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Hipóteses: Sem coligações 2014 Federal

Foto: Deputada Shéridan (PSDB/RR), relatora da Comissão Especial da PEC 282/16 na Câmara dos Deputados, by Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados.

 

Em paralelo à Comissão Especial que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) e que propõe implantar, para as eleições 2018, o Distritão (objeto de matéria neste blog), uma outra Comissão Especial, sob a presidência da Deputada Renata Abreu (PODE/SP) foi criada para estudar a PEC 282/16, originária do Senado Federal onde já foi aprovada.

A relatora Deputada Shéridan (PSDB/RR) finalizou seu trabalho na quinta-feira 10/08/2017, e vários deputados pediram vista. A expectativa é de votação na Comissão Especial esta semana. O parecer é favorável à PEC, mas com texto substitutivo àquele adotado no Senado, o que o faria retornar à origem em caso de aprovação pela Câmara dos Deputados.

A PEC versa sobre vários pontos do processo eleitoral, em particular cláusula de barreira, acesso ao fundo partidário, fidelidade partidária e perda de mandato. Também suprime as coligações nas eleições proporcionais, criando as “federações” com regras diferentes.

 

Comentário do blog:

O “fim das coligações” é tema recorrente nas últimas tentativas de reforma do sistema eleitoral. O Brasil tem 35 partidos atualmente reconhecidos pelo TSE, há um número ainda maior em processo de reconhecimento, e 28 agremiações têm ao menos um representante na Câmara dos Deputados. Além da dificuldade de entender como podem existir 35 correntes ideológicas e/ou programáticas diferentes, a profusão de partidos, e brechas na legislação sobre trocas de partido, cria um processo de “negociação” de tempo de televisão e de apoio às chapas majoritárias.

A falta generalizada de identificação partidária por parte do eleitor culmina, nos casos das coligações, em votos cruzados que levam à eleição de candidato que, além de não ser o nome escolhido pelo eleitor, pode até ser de outro partido sem identificação programática com a escolha original.   

Muitas vezes atribuído às coligações, a figura do “puxador de votos” que elege candidatos de votação menos significativa não é ligado à coligação mas ao modo escolhido para a eleição proporcional, e ao modo de cálculo de atribuição das vagas. O exemplo de São Paulo, descrito abaixo, mostra que as votações de Celso Russomanno e Tiririca teriam levado o mesmo número de outros candidatos, ou até mesmo mais, já que tanto o PRB quanto o PR não coligaram com ninguém em 2014. A partir das eleições 2016, uma Resolução do TSE amenizou os casos mais “estranhos”, exigindo dos candidatos um mínimo de 10% do Quociente Eleitoral para serem aptos a ocupar uma vaga obtida pelo partido.

Essa “barreira”, que não existia em 2014, pode ser um freio à consequência principal da supressão das coligações: o significativo aumento do número de candidatos: o partido, para ter mais chances de alcançar o QE, lançara mão de máximo de nomes. No Estado de São Paulo, por exemplo, com 70 vagas em jogo, poderemos ter até 4.900 candidatos a Deputado Federal ! E, ainda por consequência, o conjunto da campanha será mais oneroso que atualmente, quando os partidos fazem composições numa mesma coligação.

Sem coligação, os partidos maiores têm a vantagem de sua tradição e de sua implantação, que seria ainda mais exacerba pela afluência de candidatos no período pré-eleitoral: ninguém quer correr o risco de ter boa votação num partido que não atinge o QE e, por isso, não tem eleito nem suplente. 

Antes de passar ao exemplo de 2014 que demostra as considerações acima, o blog indica que uma forma de amenizar a supremacia dos grandes partidos seria a reformulação da distribuição das vagas sobrando. Hoje, o modo é o seguinte: divide-se o número de votos válidos obtido pelo partido pelo Quociente Eleitoral, obtendo o Quociente Partidário. A distribuição de vagas se faz segundo o mesmo, e sempre restam vagas não preenchidas. O cálculo das maiores médias para atribuí-las só leva em consideração os partidos que atingiram ao menos 1,0 no QP. Se incluir no cálculo das médias o conjunto dos partidos (mesmo os que não atingiram o QE e estão com média 0,9 ou 0,8), haverá mais pluralidade nas vagas sobrando, sem modificar substancialmente o resultado final.

 

A seguir, a simulação do resultado de 2014 para a Câmara dos Deputados se as coligações não fossem permitidas. Este exercício é puramente matemático, já que a estratégia dos partidos teria sido completamente outra, como já comentamos.

 

Sem coligações 2014. 23 partidos no lugar de 28, PT e PMDB ganham 25 deputados cada, Rodrigo Maia sem mandato.

Se as coligações tivessem sido proibidas na eleição 2014 para eleger os 513 Deputados Federais, 7 partidos teriam ampliado suas representações, 1 a teria mantido, 15 a teriam visto diminuir e 5 (PEN, PMN, PRP, PSDC e PTC) teriam perdido todos seus parlamentares.

O PT teria a maior bancada Federal, com 95 Deputados.

Confira a composição geral da Câmara dos Deputados > Hipo SemCol BR 2014 compo CD

Confira o ranking dos ganhos e das perdas por partido > Hipo SemCol BR 2014 ranking

 

Sem coligações 2014. 106 mudanças de eleitos

(NB: os resultados não levam em consideração as modificações judiciais pós-eleição de 2014)

ACRE: Só o PT do Governador Tião Viana conseguiu atingir o QE (49.900 votos). Assim, os oito Deputados deveriam ter sido deste partido, confirmando a eleição de Angelim (39.844 votos), Léo do PT (20.876), Sibá Machado (18.395). Também teria sido eleito Idesio (9.896).

No entanto, os outros candidatos do PT <Rose Costa (1.913 votos), Major Araújo (1.025), Lenilda de Souza (139) e Aurinete (135) > não satisfazem à cláusula de barreira implementada pela Lei 13.165 de 2015, que exige o mínimo de 10% do QE (no caso, 4.990 votos) para eleger-se. À luz do artigo 149 da Resolução 23.456/2015 do TSE, e sendo o PT único partido a ter atingido o QE e não dispondo mais de candidato acima dos 10% do QE, as 4 vagas remanescentes teriam sido distribuídas aos partidos de maior média.

No caso, teriam sido eleitos, na ordem das médias, Jéssica Sales (PMDB/20.339), Major Rocha (PSDB/23.466), Vanda Milani (PP/13.610) e César Messias (PSB/26.448 votos). Não teriam sido eleitos Flaviano Melo (PMDB/18.372) e Alan Rick (PRB/17.903).

 

ALAGOAS: PMDB, PSDB e PRTB atingiram o QE (153.843 votos). Assim, confirmariam a eleição Marx Beltrão (PMDB/123.317 votos), Pedro Vilela (PSDB/119.582) e Cícero Almeida (PRTB/64.435). Também teriam sido eleitos Val Amélio (PRTB/58.095), Rogério Teofilo (PSDB/47.097) e Aderval Tenório (PRTB/19.392).

Sobram três vagas, mas os candidatos Hemerson Casado (PMDB/15.102 votos), Fernando Hollanda (PMDB/14.553) e Pastor Barbozinha (PRTB/12.194 votos) não atingiram 10% do QE (no caso, 15.384 votos), sendo barrados pela cláusula de barreira. Pelo cálculo das médias previsto no art. 149 da Resolução 23.456/2015 do TSE, teria sido confirmada a eleição de JHC (SD/135.929 votos), Arthur Lira (PP/98.231), Ronaldo Lessa (PDT/88.125), apesar dos partidos não ter atingido o QE. Não teriam sido eleitos Givaldo Carimbão (PROS/82.582), Maurício Quintella (PR/76.706) e Paulão (PT/53.284).

 

AMAZONAS: PSD, PSDB e PMDB atingiram o QE (207.301 votos). Confirmaria a eleição de Artur Bisneto (PSDB/250.916 votos), Silas Camara (PSD/166.281), Marcos Rotta (PMDB/117.955) e Átila Lins (PSD/89.453). Também estariam eleitos Gedeão Amorim (PMDB/62.999) e Carlos Souza (PSD/53.020). Os outros candidatos dos três partidos não atingiram 10% do QE, então o cálculo das médias de todos seria realizado, confirmando a eleição de Alfredo Nascimento (PR/120.060) e Hissa Abrahão (113.646). Não estariam eleitos Pauderney (DEM/103.904) Conceição Sampaio (PP/71.878).

 

AMAPÁ: Nenhum partido atingiu o QE (48.260 votos). O partido mais votado foi o PT, totalizando 41.218 votos. Neste caso, o artigo 111 do Código Eleitoral indica que deve ser adotado o princípio majoritário: são eleitos os mais votados (como seria no Distritão atualmente em discussão). Assim estariam confirmadas a eleição de Roberto Góes (PDT/22.134 votos), Janete (PSB/21.108), Cabuçu (PMDB/18.709), Vinícius Gurgel (PR/18.661), Professora Marcivânia (PT/16.162), André Abdon (PRB/13.798) e Marcos Reategui (PSC/12.485). Também teria sido eleita Fátima Pelaes (PMDB) no lugar de Jozi Rocha (PTB/10.007)

 

BAHIA: 14 partidos ultrapassaram o QE (170.424 votos). Confirmaria a eleição de Lucio Vieira Lima (PMDB/222.164 votos), Mário Negromonte Jr (PP/169.215), Irmão Lázaro (PSC/161.438), Antônio Brito (PTB/159.840), Ronaldo Carletto (PP/148.628), Daniel Almeida (PCdoB/135.382), Felix Jr (PDT/130.583), Caetano (PT/125.862), Cacá Leão (PP/125.605), Jorge Solla (PT/125.159), Valmir Assunção (PT/123.284), Imbassahy (PSDB/120.479), João Gualberto (PSDB/117.671), Márcio Marinho (PRB/117.470), Tia Eron (PRB/116.912), Waldenor Pereira (PT/114.965), João Bacelar (PR/111.643), Pelegrino (PT/111.252), Roberto Britto (PP/110.822), Paulo Azi (DEM/110.662), Jutahy Magalhães (PSDB/108.476), José Nunes (PSD/105.776), Aleluia (DEM/101.924), Josias Gomes (PT/98.871), Bebeto (PSB/96.134), Arthur Maia (SD/95.698), Claudio Cajado (DEM/89.118), Elmar (DEM/88.334), Sérgio Britto (PSD/83.658), Afonso Florence (PT/82.661), Moema Gramacho (PT/81.414), Paulo Magalhães (PSD/77.045), Alice Portugal (PCdoB/72.682) e José Carlos Araujo (PSD/72.013)

Também estariam eleitos Fernando Torres (PSD/66.215 votos), Robinson Almeida (PT/64.265), Emiliano José (PT/63.624), Colbert Martins (PMDB/57.362) e Capitão Tadeu (PSB/54.172)

Já não teriam ido a Brasília José Rocha (PR/101.663 votos), João Carlos Bacelar (PTN/95.158), Erivelton Santana (PSC/74.836), Benito Gama (PTB/71.372) e Uldurico Junior (PTC/39.904 votos).

 

CEARÁ: 6 partidos (PT, PMDB, PROS, DEM, PR e SD) ultrapassaram os 198.501 votos do QE. Estariam confirmadas a eleição de Moroni (DEM/277.774 votos), Genecias Noronha (SD/221.567), José Guimarães (PT/209.032), Domingos Neto (PROS/185.226), Danilo Forte (PMDB/180.157), Anibal (PMDB/173.736), Gorete Pereira (PR/130.983), Luizianne Lins (PT/130.717), Odorico (PT/121.640), Cabo Sabino (PR/120.485), Raimundo Matos * (PSDB/95.145), José Airton (PT/94.056), Vitor Valim (PMDB/92.499), Leonidas Cristino (PROS/91.085) e Balman (PROS/87.666).

Na distribuição das sobras, teriam entrado Vicente Arruda (PROS/70.768), Ariosto Holanda (PROS/60.669), Mauro Benevides (PMDB/60.201) e Eudes Xavier (PT/35.952).

PT, DEM e SD teriam direito a outro eleito cada, mas não tendo candidato acima dos 10% do QE, as vagas seriam redistribuídas recalculando médias entre PMDB, PROS e PR, elegendo Dr Jaziel (PMDB/53.561) e Nenem do Cazuza (PROS/46.649). Ainda sobra uma vaga para o PMDB, mas não resto nenhum candidato acima dos 10% nos 6 partidos que obtiveram o QE.

A vaga ficaria com o partido com maior média sem atingir o QE, elegendo então * Raimundo Matos (PSDB) já citado na lista acima.

Não teriam sido eleitos Moses Rodrigues (PPS/147.044), André Figueiredo (PDT/125.360), Ronaldo Martins (PRB/117.930), Adail Carneiro (PHS/113.885), Macedo (PSL/107.734), Arnon Bezerra (PTB/84.474) e Chico Lopes (PCdoB/80.578).

 

DF: Só o PT conseguiu votos necessários para atingir o QE (181.758 votos). Estaria confirmada a eleição de Érika Kokay (92.558 votos) e teriam sido eleitos Policarpo (48.037) e Rafael Barbosa (26.399).

O PT não tendo outros candidatos acima de 10% do QE, as cincos vagas sobrando seria distribuídas após cálculo das médias do conjunto dos partidos, confirmando a eleição de, na ordem, Izalci (PSDB/71.937 votos), Fraga (DEM/155.056), Rôney Némer (PMDB/82.594), e Rogério Rosso (PSD/83.653).

Teria sido eleito o Professor Pacco (PSB/27.966 votos).

Não teriam sido eleitos Ronaldo Fonseca (PROS/84.583 votos), Augusto Carvalho (SD/39.461 votos), Laerte Bessa (PR/32.843 votos)

 

ESPÍRITO SANTO: 5 partidos (PSB, PT, PDT, PSDB e PMDB) atingiram o QE (179.447 votos). Confirmaria a eleição de Sérgio Vidigal (PDT/161.744), Lelo Coimbra (PMDB/94.759), Max Filho (PSDB/91.210), Foletto (PSB/88.110), Helder Salomão (PT/83.967) e Givaldo (PT/50.928).

Estariam eleitos Vandinho Leite (PSB/86.506 votos), Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB/49.729) e Camilo Cola (PMDB/42.668).

O PDT teria direito a outro eleito, mas o segundo melhor candidato não obteve 10% do QE. Assim a vaga ficaria com Edival Petri (PSB/31.113 votos).

Não se elegeriam Dr Jorge Silva (PROS/69.880 votos), Manato (SD/67.631), Evair de Melo (PV/48.829) e Marcus Vicente (PP/45.525).

 

GOIÁS: 4 partidos ultrapassaram os 178.398 votos que representam o QE: PSDB, PMDB, PT e PSD. Confirmariam a eleição de Delegado Waldir (PSDB/274.625 votos), Daniel Vilela (PMDB/179.214), Giuseppe Vecci (PSDB/120.283), Rubens Otoni (PT/115.874), Célio Silveira (PSDB/110.992), Alexandre Baldy (PSDB/107.544), João Campos (PSDB/107.344), Heuler Cruvinel (PSD/90.877), Fábio Sousa (PSDB/82.204), Thiago Peixoto (PSD/79.666) e Pedro Chaves (PMDB).

Teriam obtido a cadeira Iris de Araujo (PMDB/66.234), Professor Edward Madureira (PT/58.865), Faleiros (PSDB/44.655), Paulo do Vale (PMDB/41.845) e Valdivino de Oliveira (PSDB/20.033).

Com direito a mais um eleito, mas sem candidato acima dos 10% do QE, o PSDB cederia a vaga ao PT, elegendo Olavo Noleto (PT/35.923)

Não teriam ido à Brasília Flavia Morais (PDT/159.122), Magda Mofatto (PR/118.458), Jovair Arantes (PTB/92.945), Marcos Abrão (PPS/92.347), Roberto Balestra (PP/85.534) e Lucas Vergílio (SD/78.387).

 

MARANHÃO: 6 partidos conseguem o QE (PMDB, PDT, PCdoB, PSB, PV e PT). Estariam confirmadas as eleições de Eliziane Gama * (PPS/133.575 votos), Hildo Rocha (PMDB/125.521), Rubens Pereira Júnior (PCdoB/118.115), Sarney Filho (PV/91.669), Zé Carlos (PT/90.531), Zé Reinaldo (PSB/86.728), Victor Mendes (PV/85.034), João Marcelo (PMDB/83.847), Weverton Rocha (PDT/81.161) e Alberto Filho (PMDB/67.885).

Também teriam ido a Brasília Julião Amin (PDT/64.896 votos), Chiquinho Escórcio (PMDB/56.983), Luana Alves (PSB/51.418), Paulo Marinho Jr (PMDB/51.011), Rosângela Curado (PDT/37.726), Professor Sétimo (PMDB/35.282) e Rose Sales (PCdoB/33.929)

Sobraram duas vagas (uma para o PCdoB e uma para o PT), e nenhum candidatos dos 6 partidos acima dos 10 % do QE. Calculam-se então as médias dos partidos que não atingiram o QE, elegendo * Eliziane Gama (PPS), candidata mais votada no geral, já citada na lista acima, e Ricardo Archer (PSL/49.797).

Não teriam sido eleitos Cleber Verde (PRB/105.243 votos), Pedro Fernandes (PTB/85.507), Juscelino Filho (PRP/83.955), Waldir Maranhão (PP/66.274), André Fufuca (PEN/56.879), João Castelo (PSDB/52.783), Junior Marreca (PEN/50.962) e Aluisio Mendes (PSDC/50.658).

 

MINAS GERAIS: Nada menos que 15 partidos conseguem o QE (191.227 votos), confirmando a eleição de Reginaldo Lopes (PT/310.226 votos), Rodrigo de Castro (PSDB/292.848), Misael Varella (DEM/258.363), Odair Cunha (PT/201.782), Gabriel Guimarães (PT/200.014), Weliton Prado (PT/186.098), Odelmo Leão (PP/179.652), Eros Biondini (PTB/179.073), Jaiminho Martins (PSD/158.907), Toninho Pinheiro (PP/148.239), Patrus Ananias (PT/147.175), George Hilton (PRB/146.792), Stefano Aguiar (PSB/144.153), Domingos Sávio (PSDB/143.901), Marcus Pestana (PSDB/131.687), Eduardo Barbosa (PSDB/130.453), Mauro Lopes (PMDB/129.795), Dimas Fabiano (PP/129.096), Newton Cardoso Jr (PMDB/128.489), Bilac Pinto (PR/123.377), Leonardo Quintão (PMDB/118.470), Luiz Fernando (PP/117.542), Marcos Montes (PSD/116.175), Leonardo Monteiro (PT/115.336), Luis Tibe (PTdoB/114.948), Diego Andrade (PSD/114.240), Padre João (PT/112.722), Saraiva Felipe (PMDB/111.317), Zé Silva (SD/109.925), Renzo Braz (PP/109.510), Carlos Melles (DEM/107.906), Paulo Abi-Ackel (PSDB/104.849), Caio Narcio (PSDB/101.040), Lincoln Portela (PR/98.834), Raquel Muniz (PSC/96.073), Sub-Tenente Gonzaga (PDT/93.997), Miguel Correa (PT/93.450), Rodrigo Pacheco (PMDB/92.743), Marcelo Aro (PHS/87.113), Julio Delgado (PSB/86.245), Bonifácio Andrada (PSDB/83.628), Margarida Salomão (PT/78.973), Laudívio Carvalho (PMDB/78.762), Tenente Lúcio (PSB/67.459) e Adelmo Leão (PT/57.921).

Também teriam sido eleitos Walter Tosta (PSD/77.535 votos), Carlos Mosconi (PSDB/66.550), Pastor Franklin Lima (PTdoB/58.085), Nilmario Miranda (PT/51.948), Vitor Penido (DEM/51.561), Maria do Carmo Lara (PT/44.527), Euclydes Pettersen (PTB/42.525) e Giovane Gavio do Vôlei (PSDB/36.008).

Não teriam sido eleitos Aelton Freitas (PR/91.103 votos), Mario Heringer (PDT/90.738), Fabinho Ramalho (PV/83.567), Jô Moraes (PCdoB/67.650), Marcelo Alvaro Antônio (PRP/60.384), Dâmina Pereira (PMN/52.679), Delegado Edson Moreira (PTN/49.391) e Brunny (PTC/45.381).

 

MATO GROSSO DO SUL: Somente PMDB e PT ultrapassaram o QE (159.612 votos). Teriam confirmados a eleição Zeca do PT (PT/160.556 votos), Marun (PMDB/91.816), Geraldo Resende (PMDB/87.546), Vander Loubet (PT/69.504) e Marcio Monteiro * (PSDB/56.441).

Também teriam conseguido ir à Brasília Fábio Trad (PMDB/67.508 votos), Biffi (PT/53.406) e Marçal Filho (PMDB/39.852).

Sobrando uma vaga (para o PT), e os dois partidos acima do QE não tendo mais candidato com votação superior a 10% do QE, o partido com maior média (PSDB) confirmaria a eleição de *Marcio Monteiro já citado na lista acima.

Não teriam sido eleitos Tereza Cristina (PSB/75.149 votos), Mandetta (DEM/57.374) e Dagoberto Nogueira (PDT/54.813).

 

MATO GROSSO: Somente o PSB ultrapassou o QE (181.286 votos), confirmando a eleição de Adilton Sachetti (PSB/112.722 votos) e Fabio Garcia (PSB/104.976), acrescentando Tulio Fontes (PSB/24.102).

Sem mais candidatos socialistas com votação acima de 10% do QE, haveria de calcular as médias dos outros partidos, distribuindo vagas, na ordem, ao PSDB (Nilson Leitão, 127.749 votos), PSD (Chico Daltro, 47.340), PT (Ságuas Moraes, 97.858), PMDB (Carlos Bezerra, 95.739) e PROS (Valtenir Pereira, 62.923).

Não teriam sido eleitos Ezequiel Fonseca (PP/90.888 votos) e o Professor Victório Galli (PSC/64.691)

 

PARÁ: 7 partidos atingiram o QE de 220.944 votos (PT, PSDB, PMDB, PSD, SDD, DEM e PSOL), confirmando a eleição de Delegado Eder Mauro (PSD/265.983 votos), Nilson Pinto (PSDB/193.573), Edmilson Rodrigues (PSOL/170.604), Beto Faro (PT/142.970), Wlad (SD/141.213), Priante (PMDB/122.348), Zé Geraldo (PT/105.151), Elcione (PMDB/87.632), Hélio Leite (DEM/85.194), Simone Morgado (PMDB/76.510), Joaquim Passarinho (PSD/76.148) e Chapadinha (PSD/63.671)

Também teriam sido eleitos Miriquinho Batista (PT/74.722 votos), Ana Julia Carepa (PT/58.938), Mario Moreira (PSDB/40.293), Wandenkolk Gonçalves (PSDB/36.834) e Nicias Ribeiro (PSDB/34.155)

Não teriam sido eleitos Lucio Vale (PR/148.163 votos), Josué Bengtson (PTB/122.995), Beto Salame (PROS/93.524),  Julia Marinho (PSC/86.949) e Jordy (PPS/70.950)

 

PARAÍBA: PMDB, PSDB e PP ultrapassaram o QE (161.402 votos), mas nenhum dos três conseguiu preencher suas, respectivamente, 7, 3 e 2 vagas, com candidatos tendo no mínimo 10% do QE, sobrando 6 vagas distribuídas para, na ordem, PT, PTB, DEM, PR, PSB e PSD.

Teriam eleição confirmada Pedro Cunha Lima (PSDB/179.886 votos), Veneziano (PMDB/177.680), Aguinaldo Ribeiro (PP/161.999), Hugo (PMDB/123.686), Manoel Junior (PMDB/105.693), Wellington Roberto (PR/104.799), Efraim Filho (DEM/103.477), Wilson Filho (PTB/95.746), Rômulo Gouveia (PSD/84.820) e Luiz Couto (PT/69.922).

Também estariam eleitos Edvaldo Rosas (PSB/50.171 votos) e Dr. Emerson Panta (PSDB/25.149).

Não teriam sido eleitos Dr. Damião (PDT/67.558 votos) e Benjamin Maranhão (SD/63.433 votos).

 

PERNAMBUCO: 7 partidos conseguiram o QE (179.329 votos), confirmando a eleição de Eduardo da Fonte (PP/283.567 votos), Pastor Eurico (PSB/233.762), Jarbas (PMDB/227.470), Felipe Carreras (PSB/187.348), Anderson Ferreira (PR/150.565), Daniel Coelho (PSDB/138.825), Bruno Araújo (PSDB/131.768), João Fernando Coutinho (PSB/120.059), Sebastião Oliveira (PR/115.926), Danilo Cabral (PSB/113.588), Fernando Filho (PSB/112.684), Tadeu Alencar (PSB/102.669), Gonzaga Patriota (PSB/101.452), Adalberto Cavalcanti (PTB/99.912), Marinaldo Rosendo (PSB/97.380), Betinho (PSDB/97.269), Zeca Cavalcanti (PTB/97.057), Ricardo Teobaldo (PTB/92.262)

O PP ainda teria direito a uma vaga, mas sem mais candidato com mais de 10% do QE, a vaga teria ficado com Jorge Côrte Real (PTB/86.023 votos).

Também se elegeriam Mozart Sales (PT/73.967 votos), João da Costa (PT/63.060), Pedro Eugênio (PT/61.025), Fernando Monteiro (PP/50.128), Creuza Pereira (PSB/24.775) e Ninho (PSB/21.043).

Não teriam ido a Brasília Silvio Costa (PSC/103.461 votos), André de Paula (PSD/100.875), Mendonça Filho (DEM/88.250), Wolney Queiroz (PDT/86.739), Luciana Santos (PCdoB/85.053) e Kaio Maniçoba (PHS/28.585).

 

PIAUÍ: O QE de 173.343 votos foi atingido por 4 partidos (PSB, PT, PTB e PMDB), confirmando a eleição de Rejane Dias (PT/134.157 votos), Átila Lira (PSB/129.276), Marcelo Castro (PMDB/111.132), Assis Carvalho (PT/94.093), Rodrigo (PSB/92.349), Heraclito (PSB/90.898), Paes Landim (PTB/82.549) e Capitão Fabio Abreu (PTB/80.839).

Também teriam ido a Brasília Marlios Sampaio (PMDB/77.230 votos) e Merlong Solano (PT/45.824).

Não teriam sido eleitos Iracema Portella (PP/121.121 votos, 3a mais votada) e Júlio César (PSD/99.750).

 

PARANÁ: 12 partidos obtiveram ao menos 188.841, o Quociente Eleitoral. Estariam então confirmadas as eleições de Christiane Yared (PTN/200.144 votos) Alex Canziani (PTB/187.475), Valdir Rossoni (PSDB/177.324), João Arruda (PMDB/176.370), Takayama (PSC/162.952), Luciano Ducci (PSB/156.263), Zeca Dirceu (PT/155.583), Dilceu Sperafico (PP/151.930), Hermes Frangão Parcianello (PMDB/150.213), Giacobo (PR/144.305), Marcelo Belinatti (PP/137.817), Osmar Serraglio (PMDB/117.048), Sandro Alex (PPS/116.909), Ricardo Barros (PP/114.396), Enio Verri (PT/107.508), Luiz Nishimori (PR/106.852), Evandro Roman (PSD/92.042), Luiz Carlos Hauly (PSDB/86.439), Edmar Arruda (PSC/85.155), Alfredo Kaefer (PSDB/82.554), Leandre (PV/81.181), Sergio Souza (PMDB/77.699), Assis do Couto (PT/76.116), Toninho Wandscheer (PT/71.822 votos) e Leopoldo Meyer (PSB/59.974 votos).

Também teriam feito parte da bancada Nelson Padovani (PSC/75.519 votos), Ângelo Vanhoni (PT/65.705), Rodrigo Rocha Loures (PMDB/58.493), Cristiano Santos (PV/35.293) e Pelé (PTB/28.395).

Não teriam sido eleitos Delegado Francischini (SD/159.569 votos), Nelson Meurer (PP/106.478), Rubens Bueno (PPS/95.841), Aliel Machado (PCdoB/82.886) e Diego Garcia (PHS/61.063).

 

RIO DE JANEIRO: 13 partidos atingiram o QE (166.814 votos), mas mesmo assim o resultado da votação 2014 no Rio de Janeiro se tivesse sido realizado sem coligação com os mesmos candidatos teria privado Brasília de receber, entre outros, Rodrigo Maia, Jandira Feghali ou Miro Teixeira.

Estariam confirmados em sua eleição Jair Bolsonaro (PP/464.572 votos), Clarissa Garotinho (PR/335.061), Eduardo Cunha (PMDB/232.708), Chico Alencar (PSOL/195.964), Leonardo Picciani (PMDB/180.741), Pedro Paulo (PMDB/162.403), Jean Wyllys (PSOL/144.770), Roberto Sales (PRB/124.087), Marco Antônio Cabral (PMDB/119.584), Otávio Leite (PSDB/106.398), Felipe Bornier (PSDB/105.517), Sóstenes Cavalcante (PSD/104.697), Washington Reis (PMDB/103.190), Rosângela Gomes (PRB/101.686), Júlio Lopes (PP/96.796), Índio da Costa (PSD/91.523), Alessandro Molon (PT/87.003), Hugo Leal (PROS/85.449), Glauber (PSB/82.236), Cristiane Brasil (PTB/81.817), Dr João (PR/65.624), Simão Sessim (PP/58.825), Celso Pansera (PMDB/58.534), Aureo (SD/58.117), Sérgio Zveiter (PSD/57.587), Chico d´Angelo (PT/52.809), Cabo Daciolo (PSOL/49.831), Luiz Sérgio (PT/48.903), Deley * (PTB/48.874), Soraya Santos (PMDB/48.204), Benedita da Silva (PT/48.163), Paulo Feijó (PR/48.058), Marcelo Matos (PDT/47.370), Fernando Jordão (PMDB/47.188), Francisco Floriano (PR/47.157), Marcos Soares (PR/44.440), Altineu Cortes (PR/40.593), e Fabiano Horta * (PT/37.989).

Também estariam eleitos Marquinho Mendes (PMDB/45.581 votos), Celso Jacob (PMDB/36.614), Dilson Drumond (PSB/35.463), Andreia Zito (PSDB/34.288), Marcelo Delaroli (PR/33.743), Baltazar (PRB/31.185), Dejorge Patrício (PR/30.533) e Renato Cinco (PSOL/27.965).

Grâcas à votação de Jair Bolsonaro, o PP teria direito a duas outras vagas, mas não tem candidatos tendo ultrapassado os 10% do QE. Estas vagas seriam redistribuídas pelo cálculo da média ao PT (confirmando a eleição de Fabiano Horta) e ao PTB (confirmando a eleição de Deley), ambos citados na lista acima.

Não teriam sido eleito Jandira Feghali (PCdoB/68.531 votos), Miro Teixeira (PROS/58.409), Arolde de Oliveira (PSD/55.380), Rodrigo Maia (DEM/53.167), Alexandre Serfiotis (PSD/48.879), Ezequiel Teixeira (SD/35.701) Luiz Carlos Ramos do Chapeu (PSDC/33.221) e Alexandre Valle (PRP/26.526).

 

RIO GRANDE DO NORTE: Definição de bancada hipotética difícil no Rio Grande do Norte: só o PMDB conseguiu o QE (197.609 votos). Teria direito às oito vagas, mas só dois candidatos ultrapassaram os 10% do QE: Walter Alves (PMDB/191.064 votos) e Fafa Rosado (PMDB/33.130).

As seis vagas restantes seriam distribuídas calculando a média dos partidos que não atingiram o QE, deixando duas vagas ao PSD, e uma ao PROS, PR, PT e DEM nesta ordem. Teriam sido confirmados Rafael Motta (PROS/176.239 votos), Fabio Faria (PSD/166.427), Dra Zenaide Maia (PR/134.588) e Felipe Maia (DEM/113.722) . Também estaria eleito Adriano Gadelha (PT/34.727).

A última vaga do PSD não podendo ser preenchida por falta de candidato acima de 10% do QE seria atribuída a maior média seguinte, a do PSDB, confirmando Rogério Marinho (PSDB/81.534 votos).

Não teriam sido eleitos Jácome (PMN/71.555 votos) nem Betinho Rosado Segundo (PP/64.445).

 

RONDÔNIA: só o PMDB ultrapassou o QE (99.809 votos), podendo dispor das 8 vagas. No entanto, só seis candidatos deste partido realizaram resultado superior a 10% do QE. As duas vagas restantes teriam sido atribuídas, na ordem, ao PDT e ao PT.

Estariam confirmados Marinha Raupp (PMDB/61.419 votos), Marcos Rogério (PDT/60.780), Lucio Mosquini (PMDB/40.595) e Lindomar Garçon (PMDB/24.146).

Estariam eleitos também Anselmo de Jesus (PT/24.696 votos), Amir Lando (PMDB/19.673), Delegado Thiago Flores (PMDB/17.861) e Marcelo Bessa (PMDB/14.271).

Não estariam eleitos Mariana Carvalho (PSDB/60.324 votos, terceira mais votada), Nilton Capixaba (PTB/42.353), Luiz Claudio (PR/33.737) e Expedito Neto (SD/25.691).

 

RORAIMA: Só o PSDB da Deputada Federal eleita com a maior votação proporcional do Brasil, Shéridan, atingiu o QE de 29.762 votos. Assim, as oito vagas lhe seriam reservadas, mas não houve outros candidatos tucano acima dos 10% do QE. As sete vagas restantes teriam sido distribuídas calculando as médias dos outros partidos.

Teriam a eleição confirmada Shéridan (PSDB/35.555 votos), Johnathan de Jesus (PRB/20.677), Remidio da Amatur (PR/15.492), Edio Lopes (PMDB/15.290) e Abel Galinha (PDT/8.834).

Teriam também sido eleitos Eduardo Campos (PP/16.942 votos), Pastor Frankembergen (PSC/6.400) e Quequel dos Prazeres (PRB/6.064).

Não teriam ido a Brasília Dr Hiran Gonçalves (PMN/9.048 votos), Maria Helena (PSB/7.481) nem Carlos Andrade (PHS/6.733).

 

RIO GRANDE DO SUL: 9 partidos acima de 191.679 votos, o Quociente Eleitoral, e a confirmação da eleição de Luiz Carlos Heinze (PP/162.462 votos), Danrlei de Deus Goleiro (PSD/158.973), Alceu Moreira (PMDB/152.421), Giovani Feltes (PMDB/151.406), Paulo Pimenta (PT/140.868), Marco Maia (PT/133.639), Afonso Hamm (PP/132.202), Busato (PP/130.807), Henrique Fontana (PT/128.981), Maria do Rosário (PT/127.919), Osmar Terra (PMDB/120.755), Nelson Marchezan Jr (PSDB/119.375), Márcio Biolchi (PMDB/119.190), Marcon (PT/116.178), Giovani Cherini (PDT/115.294), Jerônimo Goergen (PP/115.173), Sérgio Moraes (PTB/115.155), Covatti Filho (PP/115.131), Perondi (PMDB/109.864), Pepe Vargas (PT/109.469), João Derly (PCdoB/106.991), Renato Molling (PP/102.770), Heitor Schuch (PSB/101.243), Bohn Gass (PT/100.841), Fernando Marroni (PT/94.275), Pompeo de Mattos (PDT/91.849), Afonso Motta (PDT/90.917) e José Stedile (PSB/60.523).

Também estariam eleitos José Fogaça (PMDB/103.006 votos), Ronaldo Zulke (PT/93.926) e José Otávio Germano (PP/81.503).

Não teriam feito a viagem à capital Federal Onyx Lorenzoni (DEM/148.302 votos), Carlos Gomes (PRB/92.323) e Ronaldo Nogueira (PTB/77.017).

 

SANTA CATARINA: QE elevado (211.033 votos) e cinco partidos o atingiram: PMDB, PSD, PT, PP e PSDB. Estariam confirmados em Brasília Esperidião Amin (PP/229.668 votos), João Rodrigues (PSD/221.409), Mauro Mariani (PMDB/195.942), Peninha (PMDB/137.784), Pedro Uczai (PT/135.439), Marco Tebaldi (PSDB/135.042), João Paulo Kleinubing (PSD/132.349), Jorge Boeira (PP/123.770), Valdir Colatto (PMDB/115.431), Décio Lima (PT/112.366), Cesar Souza (PSD/110.777), Celso Maldaner (PMDB/110.436), Ronaldo Benedet (PMDB/105.303) e Geovânia de Sá (PSDB/52.757).

Também estariam eleitos Dr. Xuxo (PSD/63.964 votos) e Carlito Merss (PT/37.167).

Não teriam ganho a cadeira Jorginho Mello (PR/140.839 votos, 4o mais votado) e Carmen Zanotto (PPS/78.607).

 

SERGIPE: Somente PT e PTB ultrapassaram os 131.603 votos representando o Quociente Eleitoral. Teriam direito a 4 vagas cada, mas um só PTB e 3 PT conseguiram ao menos 10% do QE, deixando as 4 vagas sobrando para, na ordem, PSD, PMDB, SD e PSB.

Estariam confirmados Adelson Barreto (PTB/131.236 votos), Laércio Oliveira (SD/84.198), Fábio Mitidieri (PSD/83.401), Fábio Reis (PMDB/80.895), Valadares Filho (PSB/68.199) e João Daniel (PT/52.959).

Também teriam entrado Márcio Macedo (PT/40.814 votos) e Iran Barbosa (PT/36.966).

Não teriam sido eleitos Pastor Jony (PRB/53.455 votos) e Mendonça Prado (DEM/44.263).

 

SÃO PAULO: O Estado de São Paulo é sempre destaque com seus 70 Deputados e um Quociente Eleitoral muito elevado: 303.803 votos. 16 partidos o alcançaram, e as mudanças em relação à eleição efetiva são relativamente pequenas porque PRB e PRB já participaram do pleito em 2014 sem coligação, apostando no resultado de seus dois “campeões” respetivos: Celso Russomanno e Tiririca.

Teriam sido confirmados Celso Russomanno (PRB/1.524.361 votos), Tiririca (PR/1.016.796), Pastor Marcos Feliciano (PSC/398.087), Bruno Covas (PSDB/352.708), Rodrigo Garcia (DEM/336.151), Carlos Sampaio (PSDB/295.623), Duarte Nogueira (PSDB/254.051), Ricardo Tripoli (PSDB/233.806), Samuel Moreira (PSDB/227.210), Paulinho da Força (SD/227.186), Baleia Rossi (PMDB/208.352), Eduardo Cury (PSDB/185.638), Marcio Alvino (PR/179.950), Major Olimpio Gomes (PDT/179.196), Jorge Tadeu (DEM/178.771), Bruna Furlan (PSDB/178.606), Luiz Erundina (PSB/177.279), Vitor Lippi (PSDB/176.153), Silvio Torres (PSDB/175.310), Andres Sanchez (PT/169.834), Ivan Valente (PSOL/168.928), Miguel Haddad (PSDB/168.278), Alex Manente (PPS/164.760), Jefferson Campos (PSD/161.790), Guilherme Mussi (PP/156.297), Arnaldo Jardim (PPS/155.278), Mara Gabrilli (PSDB/155.143), Missionário José Olímpio (PP/154.597), Vanderlei Macris (PSDB/148.449), Zarattini (PT/138.286), Antônio Bulhões (PRB/137.939), Arlindo Chinaglia (PT/135.772), Eli Corrêa Filho (DEM/134.138), Roberto Alves (PRB/130.516), Ana Perugini (PT/121.681), Gilberto Nascimento (PSC/120.044), Vicente Cândido (PT/117.652), Papa (PSDB/117.590), Milton Monti (PR/115.942), Floriano Pesaro (PSDB/113.949), Ricardo Izar (PSD/113.547), Arnaldo Faria de Sá (PTB/112.940), Edinho Araujo (PMDB/112.780), Nelson Marquezelli (PTB/112.711), Paulo Teixeira (PT/111.301), Paulo Freire (PR/111.300), Evandro Gussi (PV/109.591), Luiz Lauro Filho (PSB/105.247), Ota (PSB/102.963), Nilto Tatto (PT/101.196), Herculano Passos (PSD/92.583), Flavinho (PSB/90.437), Vicentinho (PT/89.091), Valmir Prascidelli (PT/84.419), José Mentor (PT/82.368), Eduardo Bolsonaro (PSC/82.224), Vinicius Carvalho (PRB/80.643), Roberto de Lucena (PV/67.191), Dr Sinval Malheiros (PV/59.362), Capitão Augusto (PR/46.905), Sérgio Reis (PRB/45.330), Miguel Lombardi (PR/32.080) e Beto Mansur (PRB/31.301).

Também estariam eleitos: Thame (PSDB/106.676 votos), Luiz Claudio Marcolino (PT/78.626), Amélia Naomi * (PT/77.831), Lobbe Neto (PSDB/77.793), João Dado (SD/70.370), Walter Vicioni (PMDB/54.134) e Izaque Silva * (PSDB/33.724).

O PRB ainda teria direito a duas vagas, mas pelas regras atuais Marcelo Squasoni e Fausto Pinato não se elegeriam por não ter atingido 10% do QE. Seriam redistribuídas ao PT (elegendo Amélia Naomi citada acima) e ao PR. Que também não tem mais candidatos além de 10% do QE. A vaga seria redistribuída ao PSDB, elegendo Izaque Silva, citado acima.

Não teriam sido eleitos: Alexandre Leite (DEM/109.708 votos), Goulart (PSD/92.546), Orlando Silva (PCdoB/90.641), Walter Ihoshi (PSD/88.070), Renata Abreu (PTN/86.647), Marcelo Squasoni (PRB/30.315) e Fausto Pinato (PRB/22.097)

 

TOCANTINS: Só o PMDB conseguiu mais de 91.653 votos, o Quociente Eleitoral, tendo direito às oito vagas. Como só tinha quatro, as restantes são distribuídas, na ordem, a PP, DEM, PSD e PSB.

Estariam confirmados Dulce Miranda (PMDB/75.934 votos), Irajá Abreu (PSD/62.859), Josi Nunes (PMDB/53.452), Vicentinho Junior (PSB/51.069), Carlos Gaguim (PMDB/44.739), Lázaro Botelho (PP/42.935) e Professora Dorinha (DEM/41.802).

Junior Coimbra (PMDB/43.270 votos) teria entrado no lugar de Cesar Halum (PRB/46.119).

 

Confira a lista dos Deputados efetivamente eleitos que não teriam ido a Brasília sem coligações em 2014 (por Estado) > Hipo SemCol BR 2014 não eleitos

Confira a lista dos Deputados não eleitos que teriam ganho cadeira sem coligações em 2014 (por Estado) > Hipo SemCol BR 2014 eleitos

 

 

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