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2018, DF, Presidente da República. Bolsonaro teria sido eleito no 1o turno.

(foto: Diário do Poder)

A votação para Presidente da República no DF teve números diferentes da totalização nacional. Jair Bolsonaro (PSL) ultrapassou amplamente a barra dos 50 % que o teria consagrada já em primeiro turno, e Ciro Gomes (PDT) foi preferido a Fernando Haddad (PT).

O candidato do PT obteve seu pior resultado na Federação aqui, com 11,87 %, antes dos 14,69 % do Rio de Janeiro, segundo pior.

Somente Álvaro Dias (PODE), Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) tiveram no DF votação menor que a média nacional. Todos os outros candidatos foram mais votados.

O DF teve menos abstenções, menos votos nulos e menos votos em branco que a média nacional.

Compare os resultados dos presidenciáveis no Brasil e no DF:

  Brasil DF
Jair Bolsonaro 46,03 % 58,37 %
Fernando Haddad 29,28 % 11,87 %
Ciro Gomes 12,47 % 16,60 %
Geraldo Alckmin 4,76 % 3,34 %
João Amoêdo 2,50 % 2,80 %
Cabo Daciolo 1,26 % 1,68 %
Henrique Meirelles 1,20 % 1,68 %
Marina Silva 1,00 % 2,00 %
Álvaro Dias 0,80 % 0,69 %
Guilherme Boulos 0,58 % 0,82 %
Vera 0,05 % 0,06 %
Eymael 0,04 % 0,05 %
João Goulart Filho 0,03 % 0,04 %
Abstenção 20,33 % 18,70 %
Nulos 6,14 % 3,49 %
Brancos 2,65 % 1,89 %

 

Por Zona Eleitoral do DF

Jair Bolsonaro foi o mais votado nas 19 Zonas Eleitorais do DF, sempre acima de 50 %, exceto na Asa Norte.

Ciro Gomes tive forte votação no Plano Piloto amplo, enquanto Fernando Haddad ficou abaixo dos 10 % tanto no Plano quanto na grande Taguatinga.

Tabela da votação dos candidatos a Presidente no DF por Zona Eleitoral > 2018 DF PR 1o turno

Gráfico da votação dos três maiores candidatos a Presidente no DF por Zona Eleitoral > 2018 DF PR graphique par ZE

 

 

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2018, DF, Distritais: 11 vagas distribuídas na sobra

(Telma Rufino/PROS, 17a mais votada mas eleita na última sobra)

 

A eleição 2018 para a bancada dos 24 Deputados Distritais pelo DF ocorreu com 24 coligações e/ou partidos sozinhos.

Uma só elegeu diretamente dois Deputados, o PSB, e 11 outras atingiram o quociente eleitoral

Confira os votos e os eleitos das coligações > 2018 DF Distritais tabela votos coligações

A ordem da votação nominal foi: 1. Martins Machado (PRB) 29.457 votos (1,99 %); 2. Del. Fernando Fernandes (PROS) 29.420 votos (1,99 %); 3. Prof. Reginaldo Veras (PDT): 27.998 votos (1,89 %); 4. Rafael Prudente (MDB): 26.373 (1,78 %); 5. Delmasso (PRB): 23.227 votos (1,57 %); 6. Chico Vigilante (PT): 20.975 votos (1,42 %); 7. Robério Negreiros (PSD): 18.819 votos (1,27 %); 8. Agaciel Maia (PR): 17.715 votos (1,20 %); 9. José Gomes (PSB): 16.537 votos (1,12 %); 10. Arlete Sampaio (PT): 15.537 votos (1,05 %); 11. Cláudio Abrantes (PDT): 14.238 votos (0,96 %); 12. Dr Gutemberg (PR): 13.373 votos; 13. Jorge Vianna (PODE): 13.070 votos (0,88 %); 14. Iolando (PSC): 13.000 votos (0,88 %); 15. Prof. Francelino (PV): 12.862 votos (0,87 %); 16. Eduardo Pedrosa (PTC): 12.806 votos (0,87 %); 17. João Cardoso Professor-Auditor (Avante): 12.654 votos (0,86 %); 18. Roosevelt Vilela (PSB): 12.257 votos (0,83 %); 19. Daniel Radar (PPS): 12.208 votos (0,83 %); 20. Telma Rufino (PROS): 11.715 votos (0,79 %); 21. Wellington Luiz (MDB): 11.663 votos (0,79 %); 22. Hermeto (PHS): 11.552 votos (0,78 %); 23. Pr. Daniel de Castro (PSC): 11.510 votos (0,78 %); 24. Salve Jorge (PMB): 10.745 votos (0,73 %); 25. Claudeci Luart (PODE): 11.403 votos (0,77 %); 26. Fábio Felix (PSOL): 10.955 votos (0,74 %); 27. Bispo Renato Andrade (PR): 10.692 votos (0,72 %); 28. Guarda Jânio (PROS): 10.524 votos (0,71 %); 29. Pepa (PSC): 10.048 votos (0,68 %); 30. Valdelino Barcelos (PP): 9.704 votos (0,66 %); 31. Anderson Medina (PP): 9.604 votos (0,65 %); 32. Luzia de Paula (PSB): 9.482 votos (0,64 %); 33. Sgt Bonina – Véi da 12 (PMN): 9.456 votos (0,64 %); 34. Daniel Donizet (PRP): 9.128 votos (0,62 %); 35. Sandra Faraj (PR): 8.963 votos (0,61 %); 36. Risomar Carvalho (PSD): 8.733 votos (0,59 %); 37. Cristiano Araújo (PSD): 8.676 votos (0,59 %); 38. Max Maciel (PSOL): 8.515 votos (0,58 %); 39. Oséias Ribeiro (PHS): 8.319 votos (0,56 %); 40. Ziller (PSB): 8.317 votos (0,56 %); 41. Tabanez (PROS): 8.078 votos (0,55 %); 42. Alessandro Paiva (PSB): 8.042 votos (0,54 %); 43. Ricardo Vale (PT): 7.909 votos (0,54 %); 44. Thiago Jarjour (PSB): 7.812 votos (0,53 %); 45. Júlia Lucy (Novo): 7.655 votos (0,52 %); 46. Magela (PT): 7.544 votos (0,51 %); 47. Igor Tokarski (PSB): 7.453 votos (0,50 %); 48. Prof. Jordenes (PTB): 7.377 votos (0,50 %); 49. Prof. Fábio Sousa (PDT): 7.347 votos (0,50 %); 50. Juarezão (PSB): 7.102 votos (0,48 %); 51. Pedro Leite (PODE): 6.789 votos (0,46 %); 52. Reginaldo Sardinha (Avante): 6.738 votos (0,46 %); 53. Washington Mesquita (PTB): 6.706 votos (0,45 %); 54. Pedro Ivo (PPS): 6.585 votos (0,45 %); 55. Leandro Grass (REDE): 6.578 votos (0,45 %).

A ordem de eleição (com atribuição das vagas pelo quociente partidário) foi: 1. José Gomes; 2. Roosevelt Vilela; 3. Martins Machado; 4. João Cardoso; 5. Robério Negreiros; 6. Prof. Reginaldo Veras; 7. Chico Vigilante; 8. Del. Fernando Fernandes; 9. Valdelino Barcelos; 10. Agaciel Maia; 11. Eduardo Pedrosa; 12. Rafael Prudente; 13. Iolando.

Houve onze “sobras” que foram distribuídas pela ordem da maior média 14. Júlia Lucy; 15. Leandro Grass; 16. Daniel Donizet; 17. Fábio Felix; 18. Delmasso; 19. Reginaldo Sardinha; 20. Hermeto; 21. Jorge Vianna; 22. Claúdio Abrantes; 23. Arlete Sampaio; 24. Telma Rufino.

O “vigésimo-quinto eleito” teria sido Daniel Radar (PPS).

Sem a modificação do artigo 109 que permite agora a distribuição dos sobras aos partidos/coligações que não atingiram o Quociente Eleitoral, os eleitos teriam sido: José Gomes, Roosevelt Vilela, Martins Machado, João Cardoso, Robério Negreiros, Prof. Reginaldo Veras, Chico Vigilante, Del. Fernando Fernandes, Valdelino Barcelos, Agaciel Maia, Eduardo Pedrosa, Rafael Prudente, Iolando, Delmasso, Reginaldo Sardinha, Jorge Vianna, Cláudio Abrantes, Arlete Sampaio, Telma Rufino, Anderson Medina, Luzia de Paula, Dr Gutemberg, Sgt Bonina – Véi da 12 e Wellington Luiz.

Os primeiros suplentes são:

de José Gomes ou Roosevelt Vilela: Luzia de Paula;

de Martins Machado ou Delmasso: Professora Maria Antônia;

de João Cardoso ou Reginaldo Sardinha: Rogério Morro da Cruz;

de Robério Negreiros ou Jorge Vianna: Claudeci Luart;

de Prof. Reginaldo Veras ou Cláudio Abrantes: Prof. Francelino;

de Chico Vigilante ou Arlete Sampaio: Ricardo Vale;

de Del. Fernando Fernandes ou Telma Rufino: Guarda Jânio;

de Valdelino Barcelos: Anderson Medina;

de Agaciel Maia: Dr. Gutemberg;

de Eduardo Pedrosa: Sgt Bonina – Véi da 12;

de Rafael Prudente: Wellington Luiz;

de Iolando: Pr Daniel de Castro;

de Júlia Lucy: Jaja Jailton;

de Leandro Grass: Waldir Cordeiro;

de Daniel Donizet: Kelly Bolsonaro;

de Fábio Felix: Max Maciel;

de Hermeto: Oséias Ribeiro.

 

Os indeferidos com recurso

57 candidatos com registro indeferido com recurso obtiveram um total de 47.496 votos, que permanecerão inválidos até o TSE se pronunciar sobre sua validade.

O único caso suscetível de modificar a relação dos eleitos é dos 31 candidatos do PTB, cujo indeferimento provem de erro do partido no encaminhamento da relação de inscritos ao TSE em abril.

O total do candidatos do PTB indeferidos é de 36.106 votos. Somados aos 21.546 obtidos pelos nominais e de legenda, totalizariam 57.652 sufrágios. Apesar de não atingir o Quociente Eleitoral, esta votação entraria na distribuição das sobras, na 4a rodada.

Assim, seria eleita a candidata de maior votação nominal, Jaqueline Silva (13.044 votos), eliminando da 11a rodada Telma Rufino.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2018, DF, Federais: só 3 coligações atingem o Quociente Eleitoral

8 de outubro de 2018 4 comentários

(Bia Kicis/PRP, 3a mais votada mas eleita na última sobra)

 

A eleição 2018 para a bancada dos 8 Deputados Federais pelo DF ocorreu com 14 coligações e/ou partidos sozinhos.

Destes, três atingiram o Quociente Eleitoral.

Confira os votos e os eleitos das coligações > 2018 DF Federais tabela votos coligações

A ordem da votação nominal foi: 1. Flávia Arruda (PR) 121.340 votos (8,43 %), 2. Érika Kokay (PT) 89.986 votos (6,25 %), 3. Bia Kicis (PRP) 86.415 votos (6,00 %), 4. Julio Cesar (PRB) 79.775 votos (5,54 %), 5. Prof. Israel (PV) 67.598 votos (4,69 %), 6. Luis Miranda (DEM) 65.107 votos (4,52 %), 7. Paula Belmonte (PPS) 46.069 votos (3,20 %), 8. Prof Pacco (PODE) 39.300 votos (2,73 %) e 9. Celina Leão (PP) 31.610 votos (2,20 %).

A ordem de eleição (com atribuição das vagas pelo quociente partidário) foi: 1. Flávia Arruda; 2. Julio Cesar; 3. Prof. Israel.

Houve cinco “sobras” que foram distribuídas pela ordem da maior média 4. Celina Leão; 5. Érika Kokay; 6. Luis Miranda; 7. Paula Belmonte; 8. Bia Kicis.

O “nono eleito” teria sido Joaquim Roriz (PMN).

Sem a modificação do artigo 109 que permite agora a distribuição dos sobras aos partidos/coligações que não atingiram o Quociente Eleitoral, os eleitos teriam sido: Flávia Arruda, Júlio Cesar, Prof. Israel, Luis Miranda, Paula Belmonte, Maria Abadia, Laerte Bessa e Prof. Pacco.

Os primeiros suplentes são:

de Flávia Arruda ou Luis Miranda: Laerte Bessa;

de Julio Cesar ou Paula Belmonte: Professor Pacco;

do Prof. Israel: Maria Abadia;

de Érika Kokay: Vanessa é o Bicho;

de Celina Leão: Filippelli;

de Bia Kicis: Elisa Robson.

 

 

 

 

 

Eleição 2018 no DF: Os candidatos

16 de agosto de 2018 3 comentários


 

As listas e as situações de registro foram atualizadas em 07/10/2018 às 08:00

Total de candidatos: 1.118

 

Candidatos a Governador: 11. A lista > 2018 DF Candidatos Governador

Todos com registros deferidos, exceto Renan Rosa (PCO), indeferido com recurso

 

Candidatos a Vice-Governador: 11. A lista > 2018 DF Candidatos Vice-Governador

Todos com registros deferidos, exceto Gílson Dobbin (PCO), indeferido com recurso

 

Candidatos a Senador: 15. A lista > 2018 DF Candidatos Senador

Em 07/10/2018, constavam como indeferido o registro de Romilda Teixeira (PSDB) e indeferido com recurso os de Danilo Matoso (PCO) e João Pedro Ferraz (PPL).

Foram registradas duas renúncias: Hélio Queiroz (PP) e Walisson Nascimento (PTB).

 

Candidatos a Senador (primeiro suplente): 15. A lista > 2018 DF Candidatos Senador 1o Suplente

Em 07/10/2018, constavam como indeferido os registros de Jairo Teixeira (PSDB) e Lucas Kontoyanis, e indeferido com recurso os de Joaquim Benedito (PCO) e José Roberto Rutkoski (PPL).

Foram registradas três renúncias: Eurípedes Jr (PROS), primeiro suplente de Walisson Nascimento (PTB), Takane (PTC), primeira suplente do Juiz Everardo Ribeiro (PMN), e Marcinho Silva (MDB), primeiro suplente de Hélio Queiroz (PP).

 

Candidatos a Senador (segundo suplente): 16. A lista > 2018 DF Candidatos Senador 2o Suplente

Em 07/10/2018, constavam como indeferido os registros de Cristian Viana (PHS) e Marcos Domingos (PP), indeferido com recurso o de Milla (PCO), e pendente de julgamento o de Professor Carpinteiro (PPL).

Foram registradas três renúncias nas segundas suplências: Eliseu Kadesh (PATRI) segundo suplente do Juiz Everardo Ribeiro (PMN), Mana (PSD) segunda suplente de Fernando Marques (SD) e Tiago (AVANTE) segundo suplente de João Pedro Ferraz (PPL).

 

Candidatos a Deputado Federal: 162. A lista > 2018 DF Candidatos Federal

Em 07/10/2018, estavam indicados como indeferido os registros de Alexandre para o Serviço Social (PCdoB), Lugon (PRTB), Vanessa Guerra (PROS) e Wilman Nepomuceno da Silva (PSDB), e indeferido com recurso os de Denise (DC), Flávio Correia (PTB), José Nogueira (PMB), Juraci Tesoura de Ouro (PTB), Juscelia (DC), Kátia Tavares (PRB), Lia Aires (PCO), Major Emílio (PRP), Mauro Rogério (PTB), Nirceu Werneck (PCO), Patrícia Rodriguez (PSC), Ricardo Machado (PCO), Simone Azevedo (PTB), Tânia Pires (PROS), Todi Moreno (PTB) e Vera Lúcia (DC), num total de 20.

Foi registrado um total de oito renúncias de candidatos a Federal: Campanella (pai) (PPL), Duda Rodrigues (PSDB), Gilson Ferreira (DC), Kengy (PCO), Nilson Pires (DC), Senira Ramalho (PRB), Socorro (DC) e Socorro (PPL).

 

Candidatos a Deputado Distrital: 888. A lista > 2018 DF Candidatos Distrital

Em 07/10/2018, todos os candidatos da coligação Uma Nova Esperança (PSL/PPL) estão com registro deferido com recurso.

Em 07/10/2018, estavam indicados como indeferido os registros de Ana Cristina do Por do Sol (PTB), André Corujá (PDT), Cris da Saúde (PR), DJ Jamaika (PTC), Gurgel (PMN), Leozão (PPL), Lucimar Assistente Social (PR), Pr Jorge Bombeiro (PR), Prof. Robert (DC), Rani Nóbrega (PMB), Rodolpho Hoth Hoth (MDB), Sgt Jaidê (PSC) e Tales Recanto (PTC) e constavam com indeferido com recurso os registros de Airam (PTB), Alex Neves (PTB), Alex Ribeiro (PSL), Amilton Silva (PSL), Andrea Mendes (PV), Antônio do Taxi (PRTB), Antônio Marques (PCO), Ari Sushi (PTB), Brunelli (MDB), Cesar Ramos (PTB), Charles Jatoba (PTB), Chico Bombeiro (SD), Debora Santos (PTB), Del. Pablo Aguiar (PTB), Denilson do Gás (PTB), Diego Amorim (PPS), Dr. Jair (MDB), Edilson (PR), Elicleuda (PTB), Elizabete Queiroz (PTB), Expedito Mendonça (PCO), Fernando Vargues (PCO), Felipe Costa (PTB), Francisco Costa (PTB), Galego da Limpeza (PTB), Gizele Ribeiro (PTB), Índio Soberana (PTB), Ivone Luzardo (PTB), Jaqueline Silva (PTB), João Pescocinho (PTB), Laurizze (PPL), Lay Silva (PMB), Luciano Gonzaga (PTB), Mazinho Ventura (PTB), Pr Figueiredo Paranaguá (PSDB), Paulo Monteiro (PTB), Paulo Poli (PTB), Peixe (PSC), Petra Magalhães (PCO), Prof. Adimário Teodoro (PRB), Prof. Ailton (PSC), Profa. Jacira (PTB), Profa. Sihami (PTB), Prof. Hercules Cezar (PTB), Prof. Vicente (PT), Raimundo Nonato dos Santos (PSDB), Regis Machado (PRP), Rennezão (PTB), Ricardo Brandão (PTB), Ricardo Pato (PSC), Sérgio Pimentel (PSL), Stanley Salgado (PTB), Tatiana Leite (PPL), Terezinha de Fátima (PCO), Tiana Freire (PTB), Toninho Cowboy (PPL), Vera Severino (PTB) e Wilye Campos (PTB) num total de 71.

Foi registrado um total de vinte e duas renúncias de candidatos a Distrital: Arthur Cardoso (AVANTE), Bete Guilherme (MDB), Bianchini (PRTB), Bill Saúde (AVANTE), Carlos Martins (PPL), Dirsomar (PSD), Duda Maria (PMB), Euclides Filho de Pioneiro (PCdoB), Giordada do Vale (PPS), Henrique Nelson Rodoviário (PSC), Igor Bispo (PSC), Isaura Barbosa (AVANTE), Ivana Guimarães (PSL), João Carlos Corrêa (PPS), Landim (PRB), Lídia Ribeiro (PMN), Luiz Afonso (PP), Renata (PODE), Sarah Aidar (PSL), Tânia Marques (PSL), Tancy Rezende (PSDB) e Walter Marques (PROS).

 

Candidatos ao Governo:

Nome Partido

2018

Coligação
Alexandre Guerra NOVO Sem coligação
Eliana Pedrosa PROS 7 partidos: PTB/PHS/PMN/PMB/PTC/PATRI/PROS
Fátima Souza PSOL 2 partidos: PCB/PSOL
Fraga DEM 4 partidos: PR/DEM/DC/PSDB
General Paulo Chagas PRP 2 partidos: PRP/PRTB
Guillen PSTU Sem coligação
Ibaneis Rocha MDB 5 partidos: PP/MDB/PSL/PPL/AVANTE
Júlio Miragaya PT Sem coligação
Renan Rosa PCO Sem coligação
Rodrigo Rollemberg PSB 5 partidos: PDT/REDE/PSB/PV/PCdoB
Rogério Rosso PSD 6 partidos: PRB/PODE/PSC/PPS/PSD/SD

 

Coligações para Federal: 14

Nome Candidatos Partidos
Brasília Acima de Tudo 14 PRTB/PRP
Brasília de Mãos Limpas 16 PDT/REDE/PSB/PV/PCdoB
DC 9 DC
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF 16 PSOL/PCB
NOVO 6 NOVO
PCO 0 PCO
PPL 13 PPL
Pra Fazer a Diferença I 16 PP/MDB/PSL/AVANTE
PSTU 1 PSTU
PT 16 PT
Renovar DF 11 PTB/PHS/PTC/PATRI
Renovar DF 2 13 PMN/PMB/PROS
Unidos pelo DF 1 15 PRB/PODE/PSC/PPS/PSD/SD
União e Força 16 PR/DEM/PSDB

 

Coligações para Distrital: 24

Nome Candidatos Partidos
AVANTE 48 AVANTE
Brasília Acima de Tudo 45 PRTB/PRP
Brasília Justa e de Mãos Limpas 47 REDE/PCdoB
Coligação Unidos pelo DF 3 46 PRB/SD
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF 23 PSOL/(PCB sem candidato)
MDB 44 MDB
Mobilizar par Mudar 46 PMN/PTC
NOVO 31 NOVO
PCO 4 PCO
PHS 43 PHS
PP 48 PP
PPS 28 PPS
PR 44 PR
PROS 48 PROS
PSB 37 PSB
PSC 42 PSC
PSTU 1 PSTU
PT 33 PT
PTB 16 PTB
Renova DF 46 PMB/PATRI
Sustentabilidade e Trabalho 46 PDT/PV
Todos pelo DF 46 DEM/DC/PSDB
Uma Nova Esperança 40 PSL/PPL
Unidos pelo DF 2 41 PODE/PSD

Eleições no DF: os mais votados na história

Em menos de dois meses, os eleitores do DF terão comparecido pela décima vez (sem contar os segundos turnos) às urnas. Mais de mil candidatos terão disputado 40 cargos regionais (Governador e Vice, 2 Senadores e 4 Suplentes, 8 Deputados Federais, 24 Deputados Federais) + 2 nacionais (Presidente da República e Vice), e teremos “campeões” de voto nas “categorias” Presidente, Governador, Senador, Federal e Distrital.

Este post é para refrescar memória. A tabela a seguir indica os mais votados nos cargos no DF desde a primeira eleição em 1986.

E tendo com destaques Lula, Joaquim Roriz, Reguffe, Arruda e Luiz Estévão… > Histórico mais votados para cada cargo eleições DF

Nota-se que o DF votou antes da redemocratização. Foi na eleição de 1960 para designar o Presidente da República e seu Vice (que não concorriam em chapa na época, mas em votações separadas).

Jânio Quadros foi eleito com 48,26 % dos votos no Brasil, mas os poucos eleitores do Distrito Federal (como de 8 outros estados), teriam preferido Henrique Lott como Presidente. Dos 21.842 votos válidos, 10.444 (47,82 %) foram para o General.

João Goulart pôde contar com o DF para se eleger Vice-Presidente: obteve aqui 46,37 % dos votos, contra 36,10 % nacionalmente.

Os eleitores do DF foram também chamados a opinar no plebiscito sobre o sistema de governo em 1993. Terceiro estado mais interessado (os abstencionistas foram parcos 15,9 %, atrás somente de São Paulo (12,8 %) e Rio Grande do Sul (15,6 %), ele se pronunciou claramente (mais ainda que a média nacional) pela República, que reuniu 88,8 % dos sufrágios.

Enfim, em 2005, no referendo sobre a proibição de comercialização de armas de fogo e munições, o DF também disse não ao referendo (como todas as unidades da União), mas com menos intensidade que no resto do País: 56,83 % aqui, 63,94 % no Brasil.

Eleição 2014, DF. Rollemberg x Reguffe

(foto proveniente do site http://donnysilva.com.br/)

 

É praxe na história eleitoral do DF chamar de “3a via” (e eventualmente “4a via” quando presente) a chapa concorrendo à margem do tradicional embate “azul x vermelho”. Maurício Corrêa (PDT) em 1990 (14,29 %), Maria de Lourdes (PSDB) em 1994 (20,18 %), José Roberto Arruda (PSDB) em 1998 (17,84 %), e Benedito Domingos (PPB) (7,27 %) e Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2002 (6,79 %) abriram o caminho para a vitória, ainda em primeiro turno, da 3a via em 2006: José Roberto Arruda, desta vez no DEM, chegou ao Buriti com 50,38 % dos votos válidos.

Após um ano conturbado, a atípica eleição de 2010 viu Toninho do PSOL atingir quase 200 mil votos (14,25 %), sem que possa ser considerado uma terceira via costumeira, em geral representando uma linha de centro-esquerda ou centro-direita.

Em 2014, Rodrigo Rollemberg (PSB), após eliminar no primeiro turno o Governador tentando a reeleição Agnelo Queiroz (PT), se elegeu Governador derrotando Jofran Frejat no segundo turno. A análise da votação do socialista indicou uma migração, já no primeiro turno, de votos tradicionalmente destinados ao candidato do PT. Contrariamente à eleição de Arruda em 2006, que tinha recebido votos habitualmente atraídos pelo grupo Roriz.

Há quatro anos, com uma só vaga de Senador em jogo, a candidatura ao Buriti de Rodrigo Rollemberg foi associada à do então Deputado Federal Reguffe. O resultado no primeiro turno é inapelável: Reguffe derrotou amplamente o então Senador Gim (PTB) candidato à reeleição, e o Deputado Federal Magela (PT), obtendo 826.576 votos (57,61 % dos válidos). Já o futuro Governador Rollemberg recolhia 692.855 sufrágios (45,16 %).

O gráfico a seguir mostra que o eleitorado de ambos foi quase perfeitamente o mesmo há quatro anos > 2014 Rollemberg x Reguffe

 

Eleição 2018: Quocientes eleitorais, uma questão de adivinhação

Os Quocientes Eleitorais (no caso do DF, para Deputado Federal e Distrital) são objeto de todas as atenções nos QG partidários.

Mesmo com a alteração da legislação que permitirá, pela primeira vez, a partidos ou coligações que não atingiram o QE de disputar as vagas remanescentes, a determinação dos QE é de grande importância para a confecção das listas de candidatos. Num partido que avalia chegar a 100 mil votos para Distrital, por exemplo, um quociente eleitoral mais baixo garantiria a segunda vaga.

Não é necessário lembrar que os Quocientes são o resultado da divisão do número de votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis (8 para a bancada Federal, 24 para a Distrital).

A rigor, o primeiro dado a observar é o eleitorado: em 2014, o DF contava 1.895.994 eleitores aptos a votar em outubro. Neste ano, serão 2.086.059, um aumento de 190.065 (10,02 %).

Há quatro anos, os votos válidos foram 1.454.063 para Federal, e 1.525.265 para Distrital. Aplicando uma simples regra de três, poderíamos projetar 1.599.760 votos válidos para Federal, e 1.678.097 para Distrital.

Assim sendo, os Quocientes Eleitorais seriam 199.970 para Federal (foi 181.758 em 2014), e 69.921 para Distrital (foi 63.553 há quatro anos). Mas…

A incógnita são os votos inválidos

Analistas e pesquisas indicam um descontentamento do eleitor com a representação política como um todo. Com raras exceções, os números de aprovação dos chefes dos Executivos nacional e estaduais estão baixos. E parlamentares tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado passaram por situações delicadas em aparições públicas.

As pesquisas de opinião, por enquanto, mostram grande desinteresse da população. Eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, ou mesmo nem comparecer no dia do pleito formam hoje maioria. Por outro lado, a eleição geral será realizada, e Presidente da República, Governadores, dois terços dos Senadores, Deputados Federais, Estaduais e Distritais serão eleitos, mesmo sem esses votos inválidos. Contrariamente a informações que aparecem sempre em época de eleição, mesmo que o número de votos inválidos (em particular nulos) seja superior a 50 %, o pleito é regular, e os resultados proclamados. Só seria organizada uma nova eleição se um candidato eleito tiver seu registro ou seu mandato cassado posteriormente.

Isto ocorreu para duas eleições estaduais, por razões diversas, nos últimos meses: Amazonas e Tocantins.

Os amazonenses voltaram às urnas em 6 de agosto de 2017. Em relação à eleição de 2014, houve aumento da abstenção (passou de 19,49 % a 24,35 %), dos votos nulos (de 5,95 % a 12,33 %) e dos votos em branco (de 2,35 % para 3,49 %).

No total, os votos válidos representaram 73,82 % do eleitorado em 2014, e 63,68 % em 2017, uma queda de mais de 10 pontos percentuais.

No Tocantins, a nova eleição foi realizada em 3 de junho de 2018. De novo, houve aumento significativo das abstenções (de 19,60 % para 30,14 %) e dos nulos (de 9,77 % para 17,13 %). Os votos em branco ficaram estáveis (2,06 % em 2018 contra 2,47 % em 2014).

O total de votos válidos, que representava 70,56 % do eleitorado há quatro anos, caiu para 56,46 % em junho de 2018, 14 pontos a menos.

Mesmo considerando o baixo interesse do eleitor numa eleição “tampão” de poucos meses como foi no Tocantins, é inegável a desmobilização político-eleitoral do cidadão.

Eleição municipal 2016: aumento dos inválidos… mas nem tanto.

Matérias e comentários alarmistas apareceram após a eleição municipal de 2016: usando com exemplo a aumento considerável dos votos inválidos nas grandes capitais. No entanto, uma análise detalhada do conjunto dos votos inválidos (abstenção, nulos e brancos) nas 27 capitais indica um aumento mais contido, de 6,12 pontos percentual. Se Aracaju (- 16,28 p.p. de votos validos), Maceió (- 13,13 p.p.), Curitiba (- 11,98 p.p.) e Porto Velho (- 10,23 p.p.) tiveram aumento significativo, outras capitais como Vitória (+ 9,05 p.p.), São Luís (+ 4,74 p.p.) ou Florianópolis (+ 4,27 p.p.) vieram mais eleitores às urnas que em 2012.

Confira a tabela comparativa dos votos inválidos nas eleições municipais 2012/2016 > QEs 2012-2016 comp Vereadores

Nota-se que a eleição 2016 no Entorno do DF não mostrou grande variação: as abstenções até baixaram (de 16,28 % para 16,04 %), os nulos em ligeira crescimento (de 2,88 % para 3,15 %), só os votos em branco tiveram real aumento, passando de 4,28 % para 5,48 % do eleitorado.

E 2018 ? Adivinhe !

O estabelecimento de metas eleitorais, particularmente importante para a definição das coligações para Federal e Distrital, depende da captação do comportamento do eleitor. Mas a proporção precisa ser respeitada: as probabilidades de QEs para as próximas eleições precisam “casar” o quociente federal e o distrital. A relação Distrital/Federal (sempre a favor do primeiro, o voto para Federal é tradicionalmente o que recebe menos votos válidos) não deve se modificar. Assim, quem prevê, por exemplo, um QE de 170 mil para Federal precisa considerar um QE de para Distrital. Simples questão matemática.

O blog preparou uma tabela degressiva indicando as probabilidades de QEs segundo as opções. Escolhe a que lhe parece mais provável ! > Tabela cálculo QEs

Marc Arnoldi