Arquivo

Archive for the ‘Federal’ Category

Origem da votação de Júlio César (PRB) Federal 2018

Júlio César obteve a quarta maior votação para Deputado Federal na eleição 2018 no DF com 79.775 votos (5,54 % dos votos válidos)

Foi o mais votado na coligação PRB/PODE/PPS/SD/PSC/PSD.

Teve seu maior resultado proporcional na Zona 02 (Paranoá/Lago Norte/Itapoã/Varjão/Granja do Torto) com 8,14 % dos votos válidos, e seu pior resultado na Zona 14 (Asa Norte) com 1,78 %.

Confira a origem geográfica dos votos de Júlio César em 2018 > 2018 DF Federal Júlio César eleitorado

Flávia Arruda declarou em 2018 um patrimônio de R$ 345.390,65. Foi sua segunda candidatura a mandato eletivo. Foi eleito Deputado Distrital em 2014, candidato mais votado com 29.384 votos. Na ocasião, tinha declarado um patrimônio de R$ 598.064,88.

Também declarou receita de campanha de R$ 1.387.095,22, provenientes de recursos do PRB (R$ 800.000,00/57,67 %), doação de Fernando Marques (candidato ao Senado da coligação) (R$ 566.140,00/40,81 %), de recursos próprio de Júlio Cesar (R$ 20.000,00/1,44 %), de financiamento coletivo por pessoas físicas (vaquinha) (R$ 520,00/0,04 %) e de rendimentos financeiros (R$ 435,22/0,03 %).

Foram registradas R$ 1.403.389,22 em despesas, distribuídas nas áreas seguintes > 2018 DF Federal Julio Cesar despesas

Dois gráficos comparativos merecem ser estudados: além de sua própria candidatura, Júlio César trabalhou em eleger seu sucessor na CLDF, Martins Machado. Pareceria que funcionou bem, como o compravam as linhas de votação proporcional de cada um > 2018 DF Julio Cesar Federal x Martins Machado Distrital

Outrossim, em 2014, enquanto Júlio César se elegia com a maior votação para Distrital, o candidato a Federal era Paulo Vitor. Ele obteve 71.381 votos. A comparação da votação 2014 Paulo Vitor x 2018 Júlio César mostra a continuidade (e ampliação) do eleitorado > 2018 DF Federal 2014 Vitor Paulo x 2018 Júlio César

 

 

 

Anúncios

2018, BR, votação Federais e cláusula de barreira

(arte G1)

A votação dos candidatos a Deputado Federal é o critério para a distribuição do Fundo Partidário durante os quatro anos da legislatura. A partir deste ano, e com condições aumentando gradativamente até 2030, o porcentagem de votos válidos e o número de eleitos são também observados para a participação ao fundo e ao tempo de TV gratuito.

NB: os resultados considerados são provisórios. Dezenas de candidatos, às vezes nominatas inteiras (como é o caso do PT no Amapá) concorreram com registros indeferidos. O resultado do julgamento dos recursos no TSE pode modificar tanto a composição da Câmara quanto o número e o percentual de votos válidos. 

 

Votação: PSL mais votado, MDB e PSDB reduzidos à metade.

O partido do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro foi o que recebeu mais sufrágios, totalizando 11,5 milhões de votos. Todos os outros grandes partidos tradicionais perderam votos, alguns como MDB e PSDB recolhendo a metade da votação de 2014.

Em volume de votos, os partidos que mais ganharam foram, além do PSL (+ 10,6 milhões), o Podemos/PTN (+ 1,5 milhão), PSOL, AVANTE/PTdoB e PDT (+ 1 milhão cada).

O Novo foi o partido estreante com maior sucesso, recebendo 2,7 milhões de votos e alcançando a 13a posição do ranking.

Mais perderam o MDB (- 5,3 milhões), o PSDB (- 5,2 milhões), o PT (- 3,4 milhões), PTB (- 1,9 milhão) e PP (- 900 mil).

Em termos percentuais, PSL (+ 1.316 %), Podemos/PTN (+ 210 %), PPL (+ 173 %), Avante/PTdoB (+ 127 %) e Patriotas/PEN (+ 114 %) foram destaques.

No campo negativo, PCO (que teve registro negado em vários estados) (- 78,5 %), PSTU (- 78,0 %), MDB (- 49,6 %), PTB (- 48,3 %) e PSDB (- 46,7 %).

Confira a votação completa na eleição de Deputado Federal no Brasil com comparativo 2014/2018 > BR 2014-2018 votos Federais

 

Eleitos: PT consegue a maior bancada, migrações são previstas.

Com 56 Deputados Federais, o PT obteve na eleição de 7 de outubro a maior bancada na próxima legislatura. Algumas candidaturas ainda dependendo de julgamentos do TSE podem até aumentar este número. O PSL aparece com o fenômeno da eleição 2018, passando de 1 (sem levar em consideração as adesões durante o mandato) para 52 eleitos. O PP tem a terceira maior bancada (37 eleitos), à frente de MDB e PSD com 34 cada.

Em número de eleitos em relação a 2014, o PSL se destaca (+ 52), seguido de PRB e PDT (+ 9 cada) e DEM e Novo (8 cada).

O MDB perdeu quase a metade de sua bancada (- 32), e os outros grandes perdedores foram PSDB (- 25), PTB (- 15) e PT (- 13).

Confira o número de eleitos (no dia do pleito) com comparativo 2014/2018 > BR 2014-2018 eleitos Federais

 

Cláusula de desempenho

Entrando em vigor a partir de 2018 e com regras gradativamente mais duras até 2030, a cláusula de desempenho (ou de barreira) deve atingir 13 ou 14 partidos. Para o 2018, os partidos tinham de obter pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com um mínimo 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação.

19 partidos elegeram menos de 9 Deputados: PCO (0), PSTU (0), PCB (0), PMB (0), PRTB (0), DC (1), PPL (1), REDE (1), PTC (2), PMN (3) PRP (4), PV (4), PATRI (5), PHS (6), AVANTE (7), PPS (8), PSC (8), PROS (8) e NOVO (8).

Destes, 6 atingiram uma votação nacional acima de 1,5 %: PPS, PV, PSC, AVANTE, PROS E NOVO, garantido a superação da cláusula.

O caso do PCdoB depende de cálculos e de recursos. Não atingiu 1,5 % dos votos nacionais, mas elegeu 9 Deputados. Só que em 7 estados, e não em 9 (um terço, como previsto na lei). Há ainda candidaturas dependendo de decisão do TSE, em particular a de Isaac Carvalho (BA), que obteve mais de 100 mil votos. Uma vez todos os recursos julgados, o PCdoB saberá se poderá se adequar a pelo menos uma das condições. No atual momento, ele é o 14o partido a ser atingido pela barreira.

Há sinalizações no TSE da possibilidade de fusão e/ou incorporações de partidos, permitindo assim a um ou vários destes 14 atingir um dos mínimos exigidos.

 

Resultados dos partidos por Estado

Confira as melhores e piores resultados dos partidos por Estado > BR 2018 Federais Resultados por Partido

 

Origem da votação de Bia Kicis (PRP) Federal 2018

Bia Kicis obteve a terceira maior votação para Deputado Federal na eleição 2018 no DF com 86.415 votos (6,00 % dos votos válidos)

Foi a mais votada na coligação PRP/PRTB.

Foi a mais votada em 4 das 19 Zonas Eleitorais.

Teve seu maior resultado proporcional na Zona 01 (Asa Sul) com 11,28 % dos votos válidos, e seu pior resultado na Zona 16 (Brazlândia/Ceilândia) com 3,16 %.

Confira a origem geográfica dos votos de Bia Kicis em 2018 > 2018 DF Federal Bia Kicis eleitorado

Bia Kicis declarou em 2018 um patrimônio de R$ 1.538.893,32.

Também declarou receita de campanha de R$ 320.714,03, provenientes de doações de pessoas físicas (R$ 229 mil) e do fundo partidário do PRP Nacional (R$ 90 mil).

Foram registrados R$ 311.645,00 em despesas, distribuídas da forma seguinte > 2018 DF Federal Bia Kicis despesas

Foi sua primeira candidatura a mandato eletivo.

 

 

 

 

Origem da votação de Érika Kokay (PT) Federal 2018

Érika Kokay obteve a segunda maior votação para Deputado Federal na eleição 2018 no DF com 89.986 votos (6,25 % dos votos válidos)

Foi a mais votada no PT (sem coligação)

Foi a mais votada em 2 das 19 Zonas Eleitorais.

Teve seu maior resultado proporcional na Zona 14 (Asa Norte) com 11,90 % dos votos válidos, e seu pior resultado na Zona 13 (Samambaia) com 4,15 %.

Confira a origem geográfica dos votos de Érika Kokay em 2018 > 2018 DF Federal Érika Kokay eleitorado

Érika Kokay declarou em 2018 um patrimônio de R$ 417.234,34. Na eleição de 2014, tinha declarado um patrimônio de R$ 137.967,62.

Também declarou receita de campanha de R$ 1.094.402,13, provenientes do Fundo Partidário do PT Nacional (R$ 1,09 milhão), e de contribuições de pessoas físicas (R$ 74.853,13).

Foram R$ 1.076.749,41 em despesas, distribuídas nas áreas seguintes > 2018 DF Federal Érika Kokay despesas

Foi sua sexta candidatura a mandato eletivo. Foi Deputada Distrital de 2002 a 2010, e Deputada Federal desde 2010. Confira as votações obtidas nas eleições anteriores > 2018 DF DF Érika Kokay precedentes

 

 

 

 

Origem da votação de Flávia Arruda (PR) Federal 2018

Flávia Arruda obteve a maior votação para Deputado Federal na eleição 2018 no DF com 121.340 votos (8,43 % dos votos válidos)

Foi a mais votada na coligação PSDB/PR/DEM.

Foi a mais votada em 12 das 19 Zonas Eleitorais.

Teve seu maior resultado proporcional na Zona 06 (Planaltina) com 17,64 % dos votos válidos, e seu pior resultado na Zona 14 (Asa Norte) com 1,53 %.

Confira a origem geográfica dos votos de Flávia Arruda em 2018 > 2018 DF Federal Flavia Arruda eleitorado

Flávia Arruda declarou em 2018 um patrimônio de R$ 774.926,00. Foi sua segunda candidatura a mandato eletivo. Foi candidata a Vice-Governadora em 2014 (Jofran Frejat candidato ao Governo). Na ocasião, tinha declarado um patrimônio de R$ 940.613,01.

Também declarou receita de campanha de R$ 2,4 milhões, provenientes integralmente do Fundo Partidário do PR Nacional.

Até 26/09/2018, último registro, foram R$ 2.258.998,69 em despesas, distribuídas nas áreas seguintes > 2018 DF Federal Flavia Arruda despesas

 

 

 

 

2018, DF, Federais: só 3 coligações atingem o Quociente Eleitoral

8 de outubro de 2018 4 comentários

(Bia Kicis/PRP, 3a mais votada mas eleita na última sobra)

 

A eleição 2018 para a bancada dos 8 Deputados Federais pelo DF ocorreu com 14 coligações e/ou partidos sozinhos.

Destes, três atingiram o Quociente Eleitoral.

Confira os votos e os eleitos das coligações > 2018 DF Federais tabela votos coligações

A ordem da votação nominal foi: 1. Flávia Arruda (PR) 121.340 votos (8,43 %), 2. Érika Kokay (PT) 89.986 votos (6,25 %), 3. Bia Kicis (PRP) 86.415 votos (6,00 %), 4. Julio Cesar (PRB) 79.775 votos (5,54 %), 5. Prof. Israel (PV) 67.598 votos (4,69 %), 6. Luis Miranda (DEM) 65.107 votos (4,52 %), 7. Paula Belmonte (PPS) 46.069 votos (3,20 %), 8. Prof Pacco (PODE) 39.300 votos (2,73 %) e 9. Celina Leão (PP) 31.610 votos (2,20 %).

A ordem de eleição (com atribuição das vagas pelo quociente partidário) foi: 1. Flávia Arruda; 2. Julio Cesar; 3. Prof. Israel.

Houve cinco “sobras” que foram distribuídas pela ordem da maior média 4. Celina Leão; 5. Érika Kokay; 6. Luis Miranda; 7. Paula Belmonte; 8. Bia Kicis.

O “nono eleito” teria sido Joaquim Roriz (PMN).

Sem a modificação do artigo 109 que permite agora a distribuição dos sobras aos partidos/coligações que não atingiram o Quociente Eleitoral, os eleitos teriam sido: Flávia Arruda, Júlio Cesar, Prof. Israel, Luis Miranda, Paula Belmonte, Maria Abadia, Laerte Bessa e Prof. Pacco.

Os primeiros suplentes são:

de Flávia Arruda ou Luis Miranda: Laerte Bessa;

de Julio Cesar ou Paula Belmonte: Professor Pacco;

do Prof. Israel: Maria Abadia;

de Érika Kokay: Vanessa é o Bicho;

de Celina Leão: Filippelli;

de Bia Kicis: Elisa Robson.

 

 

 

 

 

Eleição 2018 no DF: os eleitos.

O primeiro turno da eleição 2018 no DF teve os resultados seguintes:

Eleitores aptos: 2.081.218

Abstenção (não compareceram): 389.826 (18,73 %) (+ 7,06 p.p. em relação a 2014)

 

Governador:

Votos em branco: 66.576 votos (3,94 % do comparecimento) (+ 0,25 p.p. em relação a 2014)

Votos nulos: 113.619 (6,72 % do comparecimento) (+ 1,89 p.p. em relação a 2014)

Ibaneis (MDB) com 41,97 % e Rodrigo Rollemberg (PSB) com 13,94 % foram qualificados para o segundo turno.

 

Senador:

Votos em branco: 324.813 votos (9,60 % do comparecimento)

Votos nulos: 402.747 (11,91 % do comparecimento)

Leila do Vôlei (PSB) com 17,76 % e Izalci (PSDB) com 15,33 % foram eleitos.

Cristovam Buarque (PPS) não se reelegeu.

 

Deputado Federal:

Votos em branco: 122.858 votos (7,26 % do comparecimento) (- 0,40 p.p. em relação a 2014)

Votos nulos: 128.658 (7,61 % do comparecimento) (+ 2,05 p.p. em relação a 2014)

Quociente eleitoral: 179.984 (contra 181.758 em 2014, – 0,98 %)

Flavia Arruda (PR) com 8,43 %, Érika Kokay (PT) com 6,25 %, Bia Kicis (PRP) com 6,00 %, Julio Cesar (PRB) com 5,54 %, Prof. Israel (PV) com 4,69 %, Luis Miranda (DEM) com 4,52 %, Paula Belmonte (PPS) com 3,20 %, e Celina Leão (PP) com 2,20 %.

Augusto Carvalho (SD), Laerte Bessa (PR) não se reelegeram. Marcos Pacco (suplente de Rogério Rosso atualmente licenciado) também não se (re)elegeu.

 

Deputado Distrital:

Votos em branco: 87.589 votos (5,18 % do comparecimento) (+ 0,42 p.p. em relação a 2014)

Votos nulos: 126.237 (7,46 % do comparecimento) (+ 3,31 p.p. em relação a 2014)

Quociente eleitoral: 61.565 (contra 63.553 em 2014, – 3,13 %)

Foram eleitos: Martins Machado (PRB) – 1,99% – 29.457; Delegado Fernando Fernandes (Pros) – 1,99% – 29.420; Professor Reginaldo Veras (PDT) – 1,89% – 27.998; Rafael Prudente (MDB) – 1,78% – 26.373; Delmasso (PRB) – 1,57% – 23.227; Chico Vigilante (PT) – 1,42% – 20.975; Robério Negreiros (PSD) – 1,27% – 18.819; Agaciel Maia (PR) – 1,20% – 17.715; José Gomes (PSB) – 1,12% – 16.537; Arlete Sampaio (PT) – 1,05% – 15.537; Cláudio Abrantes (PDT) – 0,96% – 14.238; Jorge Vianna (Pode) – 0,88% – 13.070; Iolando (PSC) – 0,88%- 13.000; Eduardo Pedrosa (PTC) – 0,87% – 12.806; João Cardoso Professor-auditor (Avante) – 0,86% – 12.654; Roosevelt Vilela (PSB) – 0,83% – 12.257; Telma Rufino (Pros) – 0,79% – 11.715; Hermeto (PHS) – 0,78% – 11.552; Fábio Felix (PSol) – 0,74% – 10.955; Valdelino Barcelos (PP) – 0,66% – 9.704; Daniel Donizet (PRP) – 0,62% – 9.128; Júlia Lucy (Novo) – 0,52% – 7.655; Reginaldo Sardinha (Avante) – 0,46% – 6.738; Leandro Grass (Rede) – 0,45% – 6.578.

Não se reelegeram: Wellington Luiz (MDB); Bispo Renato Andrade (PR); Luzia de Paula (PSB); Sandra Faraj (PR); Cristiano Araújo (PSD); Ricardo Vale (PT); Juarezão (PSB); Raimundo Ribeiro (MDB) e Lira (PHS).