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Eleição 2018 no DF: Os candidatos

16 de agosto de 2018 1 comentário

 

As listas e as situações de registro foram atualizadas em 17/09/2018 às 22:27

Total de candidatos: 1.197

Candidatos a Governador: 11. A lista > 2018 DF Candidatos Governador

Todos com registros deferidos, exceto Renan Rosa (PCO)

Apesar do registro no TSE não indicá-lo, o registro de Renan Rosa, bem como de todos os candidatos do PCO, foi negado no TRE-DF por unanimidade em razão de irregularidades nas prestações de contas de 2014 e de 2016 do partido. Na eleição de 2014 também a candidatura de Perci Marrara tinha sido indeferida pela mesma razão.

Candidatos a Vice-Governador: 11. A lista > 2018 DF Candidatos Vice-Governador

Todos com registros deferidos, exceto Gílson Dobbin (PCO)

Candidatos a Senador: 19. A lista > 2018 DF Candidatos Senador

Em 17/09/2018, constava como indeferido o registro de Romilda Teixeira (PSDB).

Candidatos a Senador (primeiro suplente): 19. A lista > 2018 DF Candidatos Senador 1o Suplente

Em 17/09/2018, constava como indeferido o registro de Jairo Teixeira (PSDB), primeiro suplente de Romilda Teixeira (PSDB).

Foram registrada duas renúncias na primeira Suplência: Takane (PTC), primeira suplente do Juiz Everardo Ribeiro (PMN), e Marcinho Silva (MDB), primeiro suplente de Hélio Queiroz (PP).

Candidatos a Senador (segundo suplente): 18. A lista > 2018 DF Candidatos Senador 2o Suplente

Em 17/09/2018, constava como indeferido o registro de Cristian Viana (PHS) segundo suplente de Walisson Nascimento (PTB).

Foram registradas três renúncias nas segundas suplências: Eliseu Kadesh (PATRI) segundo suplente do Juiz Everardo Ribeiro (PMN), Mana (PSD) segunda suplente de Fernando Marques (SD) e Tiago (AVANTE) segundo suplente de João Pedro Ferraz (PPL).

Candidatos a Deputado Federal: 175. A lista > 2018 DF Candidatos Federal

Em 17/09/2018, Marco Antônio Campanella (PPL), com registro indeferido, é substituído por seu filho, Fernando Campanella (PPL).

Em 17/09/2018, estavam indicados como indeferido os registros de Alexandre para o Serviço Social (PCdoB), Denise (DC),  Lugon (PRTB), Vanessa Guerra (PROS) e Wilman Nepomuceno da Silva (PSDB), e indeferido com recurso os de José Nogueira (PMB), Patrícia Rodriguez (PSC), e Tânia Pires (PROS)

Foi registrado um total de sete renúncias de candidatos a Federal: Campanella (pai) (PPL), Duda Rodrigues (PSDB), Gilson Ferreira (DC), Nilson Pires (DC), Senira Ramalho (PRB), Socorro (DC) e Socorro (PPL).

Candidatos a Deputado Distrital: 929. A lista > 2018 DF Candidatos Distrital

Em 17/09/2018, estavam indicados como indeferido os registros de Amilton Silva (PSL), Ana Cristina do Por do Sol (PTB), André Corujá (PDT), Antônio do Taxi (PRTB), Cris da Saúde (PR), DJ Jamaika (PTC), Dr. Jair (MDB), Expedito Mendonça (PCO), Giordada do Vale (PPS), Gurgel (PMN), Laurizze (PPL), Leozão (PPL), Lucimar Assistente Social (PR), Pr Figueiredo Paranaguá (PSDB), Pr Jorge Bombeiro (PR), Prof. Robert (DC), Rani Nóbrega (PMB), Rodolpho Hoth Hoth (MDB), Sarah Aidar (PSL), Sgt Jaidê (PSC), Tales Recanto (PTC) e Tânia Marques (PSL), e constavam com indeferido com recurso os registros de Alex Ribeiro (PSL), Bebé Santana (PPS), Brunelli (MDB), Diego Amorim (PPS),  Elicleuda (PTB),  Landim (PRB), Peixe (PSC), Prof. Adimário Teodoro (PRB), Prof. Ailton (PSC), Prof. Vicente (PT), Ricardo Pato (PSC),  e Wilye Campos (PTB).

Foi registrado um total de dezessete renúncias de candidatos a Distrital: Arthur Cardoso (AVANTE), Bete Guilherme (MDB), Bianchini (PRTB), Bill Saúde (AVANTE), Carlos Martins (PPL), Dirsomar (PSD), Duda Maria (PMB), Euclides Filho de Pioneiro (PCdoB), Henrique Nelson Rodoviário (PSC). Igor Bispo (PSC), Isaura Barbosa (AVANTE), Ivana Guimarães (PSL), João Carlos Corrêa (PPS), Lídia Ribeiro (PMN), Luiz Afonso (PP), Renata (PODE) e Walter Marques (PROS).

Candidatos ao Governo:

Nome Partido

2018

Coligação
Alexandre Guerra NOVO Sem coligação
Eliana Pedrosa PROS 7 partidos: PTB/PHS/PMN/PMB/PTC/PATRI/PROS
Fátima Souza PSOL 2 partidos: PCB/PSOL
Fraga DEM 4 partidos: PR/DEM/DC/PSDB
General Paulo Chagas PRP 2 partidos: PRP/PRTB
Guillen PSTU Sem coligação
Ibaneis Rocha MDB 5 partidos: PP/MDB/PSL/PPL/AVANTE
Júlio Miragaya PT Sem coligação
Renan Rosa PCO Sem coligação
Rodrigo Rollemberg PSB 5 partidos: PDT/REDE/PSB/PV/PCdoB
Rogério Rosso PSD 6 partidos: PRB/PODE/PSC/PPS/PSD/SD

 

Coligações para Federal: 14

Nome Candidatos Partidos
Brasília Acima de Tudo 15 PRTB/PRP
Brasília de Mãos Limpas 16 PDT/REDE/PSB/PV/PCdoB
DC 10 DC
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF 16 PSOL/PCB
NOVO 6 NOVO
PCO 4 PCO
PPL 12 PPL
Pra Fazer a Diferença I 16 PP/MDB/PSL/AVANTE
PSTU 1 PSTU
PT 15 PT
Renovar DF 16 PTB/PHS/PTC/PATRI
Renovar DF 2 13 PMN/PMB/PROS
Unidos pelo DF 1 14 PRB/PODE/PSC/PPS/PSD/SD
União e Força 15 PR/DEM/PSDB

 

Coligações para Distrital: 24

Nome Candidatos Partidos
AVANTE 48 AVANTE
Brasília Acima de Tudo 47 PRTB/PRP
Brasília Justa e de Mãos Limpas 47 REDE/PCdoB
Coligação Unidos pelo DF 3 46 PRB/SD
Elas por nós: sem Medo de Mudar o DF 23 PSOL/(PCB sem candidato)
MDB 44 MDB
Mobilizar par Mudar 45 PMN/PTC
NOVO 31 NOVO
PCO 4 PCO
PHS 43 PHS
PP 48 PP
PPS 26 PPS
PR 45 PR
PROS 47 PROS
PSB 37 PSB
PSC 42 PSC
PSTU 1 PSTU
PT 34 PT
PTB 45 PTB
Renova DF 47 PMB/PATRI
Sustentabilidade e Trabalho 47 PDT/PV
Todos pelo DF 47 DEM/DC/PSDB
Uma Nova Esperança 39 PSL/PPL
Unidos pelo DF 2 41 PODE/PSD
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Eleição 2018. Artigo 109, mais chances para os médios.

9 de abril de 2018 1 comentário

Fecharam-se as listas de filiados para ter o direito de concorrer às eleições 2018. Os futuros candidatos pesquisaram, calcularam bastante, ouviram mais ainda. Os partidos fizeram propostas, focando na construção das nominatas, a lista de candidatos que serão propostos ao eleitor. Na mini-reforma de 2015, houve modificação no número permitido. Até a eleição 2014, havia diferença entre partido e coligação (dois ou mais partidos juntos). Para o DF, os partidos sozinhos podiam apresentar 150 % de candidatos (36 para as 24 cadeiras na Câmara Legislativa, e 12 para as 8 da Câmara dos Deputados). As coligações tinham direito a 200 % (48 para a bancada distrital, e 16 para a federal).

Nesta próxima eleição, não há mais diferença entre partido sozinho e coligação, cada lista poderá contar no máximo com 150 % das vagas para as bancadas acima de 12 cadeiras, e 200 % para as inferiores a 12 lugares . Ou seja, 36 candidatos para a CLDF (150 % de 24), e 16 candidatos para a bancada do DF na Câmara dos Deputados (200 % de 8).

(Errata: o artigo 10 da lei 13.615 estipula que “nas unidades da Federação em que o número de lugares a preencher para a Câmara dos Deputados não exceder a doze, nas quais cada partido ou coligação poderá registrar candidatos a Deputado Federal e a Deputado Estadual ou Distrital no total de até 200% (duzentos por cento) das respectivas vagas;”. Assim, o percentual de 200 % se aplica aos candidatos a Deputado Federal e a Deputado Estadual. Por isso, os números corretos são: 48 candidatos a Distrital e 16 para Federal. Obrigado ao Dr. Gil Guerra por ter notado nosso erro no parágrafo acima).

Considerando os 35 partidos existentes, o DF poderia ter, em 7 de outubro, 1.680 candidatos a Distrital, e 560 a Federal. Para este último cargo, a formação de coligação parece continuar sendo a melhor opção diante de um quociente eleitoral elevado (12,5 % dos votos válidos), mesmo se a tendência é de aumento do número de coligações. Por memória, o DF viu em 2014 pela primeira vez em sua curta história eleitoral pelo menos um candidato de 4 coligações integrar a bancada federal (coligações “Agnelo 1”, “Agnelo 2”, “Rollemberg” e “Jofran Frejat”).

Para Distrital, uma modificação no artigo 109 do Código Eleitoral, introduzida em 06/10/2017 (último dia “útil” para valer para as eleições 2018), deve impulsionar fortemente as chapas “puro-sangue”, de partidos não coligados:

Art. 109. Os lugares não preenchidos com a aplicação dos quocientes partidários e em razão da exigência de votação nominal mínima a que se refere o art. 108 serão distribuídos de acordo com as seguintes regras:

– dividir-se-á o número de votos válidos atribuídos a cada partido ou coligação pelo número de lugares definido para o partido pelo cálculo do quociente partidário do art. 107, mais um, cabendo ao partido ou coligação que apresentar a maior média um dos lugares a preencher, desde que tenha candidato que atenda à exigência de votação nominal mínima;

II – repetir-se-á a operação para cada um dos lugares a preencher;

III – quando não houver mais partidos ou coligações com candidatos que atendam às duas exigências do inciso I, as cadeiras serão distribuídas aos partidos que apresentem as maiores médias.

§ 1o O preenchimento dos lugares com que cada partido ou coligação for contemplado far-se-á segundo a ordem de votação recebida por seus candidatos.

§ 2o Poderão concorrer à distribuição dos lugares todos os partidos e coligações que participaram do pleito. (Redação dada pela Lei nº 13.488, de 2017)

A novidade é o § 2o, que agora autoriza a observação das melhores médias para todos os partidos, e não somente os que tenham atingido o Quociente Eleitoral (ou que tenham Quociente Partidário igual ou superior a 1). Este mecanismo, que “ameniza” o Quociente Eleitoral, foi introduzindo em contrapartida da supressão das coligações, determinação que será aplicada somente a partir da eleição municipal de 2020.

“Liberados” da exigência de atingir o Quociente Eleitoral para, pelo menos, disputar as vagas sobrando, os partidos se sentem prontos a apresentar-se sozinhos em 7 de outubro próximo, sem o risco de “morrer na praia”. E os futuros candidatos examinam com atenção redobrada a nominata em preparação. Porque, mais do que nunca, seu principal adversário estará… nesta lista! Poucos partidos costumam atingir o Quociente Eleitoral sozinhos, quem dirá chegar a 2 ou 3 no Quociente Partidário.

O blog confeccionou três tabelas para explicar a nova situação, todas baseadas no resultado para CLDF em 2014:

Neste primeira, está a situação efetiva, o cálculo das sobras (eram 7 após aplicação do Quociente Partidário) e distribuição das mesmas > Cálculo sobras Distrital 2014 efetivo

Nesta segunda, seria a situação se a nova redação do artigo 109 estivesse em vigor em 2014 > Cálculo sobras Distrital 2014 novo

A única diferença teria sido a 2a sobra, indo para o PPS. Na prática, o Professor Jordenes (PPS) teria sido eleito, nu lugar de Ricardo Vale (PT).

No entanto, para efeito de comparação e seguindo o entendimento dos partidos ser melhor estratégia não coligar, de forma obviamente hipotética, foi realizada uma terceira tabela, desta vez considerando somente a votação dos partidos na eleição 2014, e com o pressuposto que não teria tido coligações > Cálculo sobras Distrital 2014 sem col

A principal modificação é o número de vagas “sobrando”: 16, ou seja, dois terços das vagas disponíveis. E as “trocas de cadeiras” teriam sido mais importantes: Jaqueline Silva (PPL) teria sido eleita, ao invés de Rodrigo Delmasso (PTN); Roosevelt Vilela (PSB) e o Dr Gutemberg (PSB) estariam nos lugares de Sandra Faraj (SD) e do Prof. Reginaldo Veras (PDT); o Prof. Jordenes (PPS) estaria na CLDF, e não Agaciel Maia (PTC); e Valdelino Barcelos (PRP) estaria no gabinete do Prof. Israel Batista (PV). Por sinal, nota-se que todos os candidatos que teriam sido eleitos obtiveram menos votos que os que o foram realmente.

 

 

 

Os cem mais votados no DF em 2014

20 de setembro de 2017 4 comentários

A lista dos cem candidatos mais votados no DF na eleição 2014 > Os cem mais votados no DF em 2014

(NB: post interativo: podem acrescentar informações nos comentários, atualizando as pretensões eleitorais para 2018)